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incompleta...(Aceitam-se sugestões)
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Canario & Amigos
ao Vivo
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| Entrevista / Apresentação |
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A. CANÁRIO
GRANDE
DINAMIZADOR DAS CONCERTINAS E CANTARES AO DESAFIO
Fundador do
grupo Canário & Amigos
O jornal “O Vianense” foi
ao encontro do cantor e poeta popular Canário, residente
em Vila Nova de Anha, dinamizador das ”Concertinas e Cantares
ao Desafio”. Muito querido do público alto-minhoto
e não só, tendo a cidade de Viana do Castelo como
centro dinamizador da sua apreciada actividade artística
em conjunto com os restantes intérpretes que constituem
aquele conceituado grupo musical. A. Canário, um homem
que fez e faz da música e dos cantares tradicionais o melhor
da sua vocação e actividade artística, às
quais junta o tom brejeiro dos seus versos, tão do agrado
do publico, especialmente do Minho, atendeu noscom a gentileza
que lhe é habitual, dizendo-nos o que a seguir transcrevemos.
Eis o extracto da nossa entrevista:
“
O Vianense”: -Bom dia, gostaria primeiramente de agradecer
ao A. Canário por nos conceder esta entrevista.
A. Canário: -Muito bom dia. Eu é que agradeço
as suas palavras simpáticas. Gostaria de dizer que, para a
comunicação social, estou sempre disponível,
especialmente para aquela que divulga e dá destaque às
questões relacionadas com a tradição popular.
O.V.: -As suas músicas são Viras, Chulas, Desgarradas,
Cantares ao Desafio, Músicas do Minho. Não esquece
a suas raízes e tem orgulho delas, estou certa?
A. Canário: -As músicas que tocamos têm
duas origens: populares tradicionais, já existentes; melodias
e cantigas que eu próprio componho. Apesar desta origem
diferente, têm em comum a característica fundamental
de serem de natureza popular/tradiconal. Nesse sentido, são
chulas, viras, desgarradas e marchinhas populares. Como sofremos
muitas influências do que vamos ouvindo (eu oiço muitos
tipos de música) acabamos por fazer algumas incursões
por outros ritmos e sonoridades que nos satisfazem e que conferem
ao nosso trabalho uma nota de inovação.
O.V.: -“A. Canário e Amigos - Ao vivo na Quinta
do Santoínho”, é um DVD e CD, que foi gravado
na Quinta do Santoinho em Viana do Castelo, no mês de Março
2008. Porquê
na Quinta do Santoinho?
A. Canário:-Foi gravado no dia 16 de Fevereiro de 2008.
Uma das minhas características pessoais é a persistência.
Quando quero alguma coisa, dentro das minhas possibilidades, luto
por ela. Assim, em 2006, lembrei-me planificar, gravar e editar
as expensas próprias um CD+DVD, gravado ao vivo no nosso
conhecido Teatro Municipal Sá de Miranda, em Viana do Castelo.
Correu muito bem, foi um trabalho muito bem recebido, de tal modo
que, uma editora de nível nacional – a ESPACIAL – agarrou
esse trabalho e lançou-o no mercado discográfico
nacional, atingindo o galardão de Disco de Ouro.
Foi o disco “É UMA FESTA”. Não descansei à “sombra” deste
sucesso e, imediatamente, comecei a pensar noutras hipótese
de trabalhos. Assim, ocorreu-me que a Quinta do Santoinho, um ex-libris
do turismo da nossa região (e até do país),
enquanto espaço maravilhoso para a realização
de arraiais minhoto, seria um óptimo palco para a montagem
de um espectáculo, para a edição de um novo
DVD. Falei com o Sr. Valdemar Cunha, proprietário do Espaço
e ele achou que seria uma excelente ideia.
Com o apoio de várias pessoas e entidades, de que destaco
a VIANAFESTAS, fomos preparando tudo detalhadamente, e no dia 16
de Fevereiro de 2008, realizamos um espectáculo muito bonito,
numa noite completamente mágica e inesquecível para
mim, para os meus amigos e, especialmente, para quem esteve na
Quinta de Santoinho.A edição do DVD deu-se em Maio
de 2008 e em duas semanas atingiu o galardão de Disco de
Platina. Além disso permanecemos no TOP Nacional de Vendas
durante 35 semanas.Muito gratificantes todas estas situações.
O.V.:-Foi uma noite muita animada, com muito sucesso. Estava à espera
desse resultado?
A. Canário : -Repito que foi uma “noite mágica”.
Algo de muito forte e de muito especial aconteceu naquela noite
no Santoinho.
Eu não sou um homem muito supersticioso, tampouco acredito
em “fantasias espirituais”, chamemos-lhe assim. Mas
naquela noite, algo de muito especial aconteceu. O espectáculo
decorreu num ritmo perfeito, com grande participação
do público. No final, enquanto saíam, notava-se uma
alegria no rosto das pessoas, nas manifestações de
carinho e de regozijo por parte de grande parte dos que assistiram
ao espectáculo. Ainda hoje se fala no assunto com nostalgia,
como se já tivessem passados anos.
O.V.: -Sabendo que o publico aqui do Minho e não só,
tem por A. Canário e Amigos uma carinho muito grande,
o que sente?
A. Canário: -Antes de mais, sinto uma grande alegria.
Sabe, quando se ama o que se faz, e aquilo que vamos fazendo agrada às
pessoas e contribui para que as pessoas se sintam mais alegres,
mais felizes, para além de se sentir alegria, somos invadidos
por um sentimento de felicidade, por contribuir com coisas simples
para a felicidade dos outros.
Mais que orgulho ou vaidade, mais que uma auto-estima elevada,
sente-se alegria e felicidade. Mas atenção, todo
este reconhecimento por parte das pessoas, também aumenta
a nossa responsabilidade e o nosso dever de não defraudar
o público, naquilo que vamos fazendo.
O.V.: -Deseja falar-nos do seu mais recente trabalho “Cantigas,
Cantorias e Outras Folias”?
A. Canário: -Sim. Trata-se de um trabalho que custou
muito fazer e que foi preparado em pouco tempo, para o que seria
desejável.Tem um reportório quase todo novo, com
cantigas de minha autoria (excepto as desgarradas – improvisadas
na hora).
Os músicos meus amigos, a participação do
Grupo das Cantadeiras das Terras do Vale do Neiva, dos meus amigos
Galegos – Luís Carunxo, Benito, Pilar – e alguns
tocadores de concertina, conferiram a este trabalho uma qualidade
ainda maior. Outras pessoas participaram especialmente – a
Paty, com o seu acordeão, a Charléne Viana, com a
sua concertina, os pares de “dançadores” do
folclore do Minho (Xana, Conceição, Carlos Costa
e José Filgueiras, também acrescentaram mais valias
a este disco.Enfim, todo o trabalho técnico, de som e luz
(a empresa CLAVICHORD, de Braga, e a Equipa de gravação “Estúdios
CASA DE TOLOS”, da Galiza), foi outra marca de qualidade
deixada neste DVD. Por fim, sem a disponibilidade
da Gerência e do pessoal da Quinta de Santoinho, sem o apoio
da VIANAFESTAS e do pessoal das oficinas da Câmara Municipal
de Viana do Castelo, não seria possível realizar
este trabalho.O resultado foi o que se sabe,
e o futuro dá-nos excelentes perspectivas.
O.V.: -Já cantaram além fronteiras? Quais os países?
A. Canário:-Sim.Temos viajado bastante. Normalmente
actuamos para os portugueses da Diáspora. Canadá,
Estados Unidos da América, França, Suiça,
Luxemburgo, são os países que mais visitamos. Mas
outros
se perfilam para um futuro próximo.
O.V.: -Apreciamos ouvir as suas músicas e composições à desgarrada,
mas gostaríamos de saber se as músicas à desgarrada
são previamente ensaiadas ou instantaneamente improvisadas
?
A. Canário: -O “cantar ao desafio” ou “cantar à desgarrada” de
improviso nunca é previamente ensaiado. Acontece que, cada
cantador ou cantadeira, tem a sua “sabedoria” e no
momento de cantar, usa tudo o que sabe, conforme a inspiração,
a réplica do “adversário”, o ambiente,
etc. De tantas vezes se encontrarem a cantar, é natural
que haja repetições de ideias, de frases, que façam
pensar que há “ensaio prévio”. Mas na
verdade, não há. As desgarradas gravadas em CD, são
quase todas previamente escritas, de modo a que contem uma história
com princípio, meio e fim. Mas muitas vezes resultam de
improvisos engraçados que acontecem e que ficam na memória,
sendo depois escritas.
O.V.: -Foi o padrinho do lançamento do primeiro CD da fadista
Elsa Gomes, uma jovem com um futuro muito prometedor. Pode descrever-nos
o sentimento de ter ajudado a Elsa a tornar realidade o seu sonho,
gravar o seu primeiro CD?
A. Canário: -A minha ajuda foi muito pouca, porventura
determinante, para a edição deste disco da minha
querida amiga “afilhada” Elsa Gomes. Um dia, o Sr.
Adriano, pai da Elsa, confidenciou-me que a filha gostaria de gravar
um CD, com uns fados. Eu prontifiquei-me a ajudar, pondo-o em cantacto
com um amigo meu, de longa data, o Júlio Viana, que para
além de editor, é músico. Acertaram tudo,
e quando se deu por ela, estava criado um grupo de trabalho para
gravar o CD da Elsa, num formato ideal para cantar o Fado – guitarra,
viola e baixo.O trabalho de todos e o talento de Elsa fizeram o
resto. O resultado é muito bom. A sensação
que tive na altura e que vai crescendo com o tempo, cada vez que
oiço a Elsa Gomes cantar, é de imensa alegria e grande
prazer, por ter colaborado, minimamente, para a concretização
deste “Primeiro Sonho” da Elsa.
O.V.: -9 de Junho, “Viana Canta Portugal”com A. Canário e Elsa Gomes. Cantaram para o Presidente da República.
O que sentiu?
A. Canário:-Antes de dizer o que senti naquele evento,
devo dizer que é sempre uma honra enorme ser convidado e
participar em actividades em representação de Viana
do Castelo. Nessa medida, senti um orgulho muito grande. Quando
se trata de eventos da dimensão das Celebrações
do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas,
com a presença do Sr. Presidente da República e demais
autoridades, o orgulho e o prazer são redobrados.Tendo por
companhia a Elsa Gomes, o Francisco (grande guitarrista), a Orquestra
Popular de Cordas de Outeiro e os meus amigos, sente-se uma satisfação
imensa.
O.V.: -Novos trabalhos, projectos para o futuro?
A. Canário: -Sim. Temos muito trabalho pela frente.
Para além de muitos espectáculos para este ano de
2009, estamos a concluir a gravação de dois novos
CD’s. Um com um reportório muito específico,
dedicado a temas “com fundamento” de cariz religioso.Outro
com um reportório de cariz profano, dedicado a desgarradas
e outras cantigas, na linha dos trabalhos anteriores. No dia 7
e 8 de Abril de 2009, realizaremos dois espectáculos no
Teatro Municipal Sá de Miranda, em Viana do Castelo, para
gravação ao vivo e edição em novo DVD.
O.V.: -A nossa entrevista chegou ao fim.O jornal “O Vianense” agradece
a paciência e a gentileza com que respondeu às nossas
perguntas.
Mais uma vez, muito obrigada.
A. Canário:-Mais uma vez, eu é que agradeço
a oportunidade de divulgar o meu trabalho. Aproveito para desejar
as maiores venturas ao Jornal “O Vianense”, e a todos
os seus leitores.
A. Canário - entrevistado
Fátima Rosa Rodrigues-entrevistadora
Fonte: Jornal O Vianense (Fev.2009)
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Fotos, Videos e Contactos:
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Mafalda Veiga
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| Biografia |
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Com apenas 21 anos, em 1987, Mafalda
Veiga lançou
o seu primeiro álbum, “Pássaros do Sul”,
produzido por Manuel Faria (membro do grupo Trovante), chegando até nós
com singles como “Planície” e “ Restolho”.
Foi o início do seu percurso musical, em que cativou um público
que se viria a revelar invulgarmente fiel. Um ano depois, Mafalda reapareceu com o álbum “Cantar”,
contando com a mesma produção.
Nos quatro anos seguintes, Mafalda Veiga cantou um pouco por todo
o país, tendo sido convidada em 1991 para participar nos
derradeiros espectáculos dos Trovante, em Sagres e nos Coliseus
de Lisboa e Porto.
Em 1992 regressou aos estúdios para gravar “Nada se
Repete”, novamente produzido por Manuel Faria e co-produzido
por Amândio Bastos, contando com a participação
especial de Luís Represas que, para além da autoria
de uma letra, gravou em dueto o tema “Fragilidade”,
uma das músicas mais bonitas deste álbum. Mafalda
apresentou este disco em dois espectáculos inesquecíveis
enchendo o Teatro São Luiz, em Lisboa.
Em 1993 e 1994, para além de realizar concertos por todo
o país, Mafalda Veiga esteve também por duas vezes
em Cabo Verde e em Macau, no Teatro D. Pedro V.
Em 1996, “A Cor da Fogueira” surgiu com uma nova musicalidade,
com uma produção extremamente cuidada e sensível
a cargo de José Sarmento. Um álbum que começaria
desde já a marcar uma nova fase na música da Mafalda
e que manteve o público mais atento ao que estaria para
vir. Neste mesmo ano, envolvida em sonoridades apaixonantes, a
cantora e compositora encontrou-se com este mesmo público
num espectáculo no CCB. Músicas como “O Lume” marcaram
uma nova época, com uma voz mais firme, em que as palavras
se ligaram a momentos da vida com que tantos se identificam.
Em 1998 apresentou-se com concertos acústicos a trio. No
mesmo ano, por ocasião da exposição Mundial
que teve lugar em Lisboa, realizou um espectáculo na Praça
Sony inserido no projecto “Afinidades” onde contou
com a presença do seu convidado especial, o cubano Raúl
Torres.
Em 1999 é editado “Tatuagem”, marcando a entrada
da cantora no selo Popular, da Valentim de Carvalho. A produção
ficou a cargo de Manuel Paulo Felgueiras, membro do grupo Ala dos
Namorados. Tal como Mafalda afirma, trata-se de “um disco
muito mais maduro”. É evidente, na sua escrita, uma
profunda atenção aos detalhes do dia-a-dia com os
quais o público se identifica o que torna a sua música
sempre tão especial. Deste álbum, disco de prata,
destaca-se o single “ Tatuagens”, em dueto com Jorge
Palma, e ainda o tema “No Rasto do Sol”. “Tatuagem” foi
a base do reencontro de Mafalda com o público. O grande
auditório do CCB esgotou por duas vezes, em Maio e Outubro
de 2000, facto que veio a motivar a sua primeira produção
no Porto, no teatro Rivoli. Destes concertos, recheados de momentos
marcantes em que a cumplicidade e proximidade entre público
e cantora são constantes e relevados na sua forma natural,
resultou o álbum “ Mafalda Veiga ao Vivo”, disco
de platina.
O Clube de Fãs da Mafalda Veiga foi criado após o
concerto de 21 de Outubro em Lisboa. Simultaneamente, surge a primeira
versão do site, concebido e realizado exclusivamente pelo
Clube ( e que é hoje em dia a Página Oficial da Mafalda
) onde divulgam e apoiam o seu trabalho de forma incondicional,
permitindo que lá se encontrem e troquem ideias e histórias
todas as pessoas que com eles partilham a paixão pela sua
música.
O ano de 2000 terminou com a composição de quatro
temas originais para a novela “Olhos de Água”,
transmitida pela TVI.
Em 2002, Mafalda Veiga apresentou dois tipos de concerto distintos:
Uma Noite para Partilhar e Vestígios, baseado num conceito
intimista idealizado para salas mais pequenas. O Clube de Fãs
esteve presente na maioria destes concertos, seguindo estrada fora
e conhecendo os muitos fãs que se espalham pelo país.
Neste ano, Mafalda Veiga participou no mais recente disco de André Sardet
no tema “Hoje Vou Ficar”. No mês de Novembro
cantaram-se os parabéns pelos 15 anos de carreira que Mafalda
completou.
Ainda em 2002, o tema “No Rasto do Sol” é escolhido
para integrar a banda sonora de uma novela da Rede Globo de Televisão
(Brasil) intitulada “Sabor da Paixão”. Em Janeiro
de 2003, Mafalda é convidada a deslocar-se ao Rio de Janeiro
para participar em dois episódios da novela, interpretando
ao vivo algumas das suas canções. A acompanhá-la
estiveram o guitarrista António Pinto, que tem sido desde
há longa data o director musical da sua banda, e o baixista
brasileiro Artur Maia.
Em Março de 2003 surge o sétimo disco da carreira
de Mafalda Veiga, “Na Alma e Na Pele”. Este trabalho
conta com a produção do ex-baixista dos Silence 4,
Rui Costa. O álbum é constituido por onze canções
originais onde se destacam o single de apresentação, “Uma
Gota”, e o tema “Cúmplices” dedicado ao
Clube de Fãs e conta também com uma faixa interactiva
com imagens de estúdio e um filme brilhantemente concebido
e desenhado pela Joana Miguéis que ilustra a história
da canção “O menino do piano”.
O concerto de apresentação do álbum, realizado
no dia 8 de Março – precisamente uma semana após
o lançamento do mesmo – teve lugar no auditório
Olga Cadaval, em Sintra, com sala esgotada e uma grande e muito
empenhada participação do clube de fãs. Nesse
concerto foram introduzidas no espectáculo as primeiras
projecções em vídeo e as primeiras experiências
de um cenário virtual que seria amplamente desenvolvido
nas grandes produções. “O menino do piano”,
com a projecção do respectivo filme, deu lugar a
um momento de emoção inesquecível.
Durante o ano de 2003, foram realizados concertos por todo o país
que culminaram com as produções no Coliseu dos Recreios
em Lisboa. Tendo primeiramente pretendido realizar uma única
data – 4 de Outubro – a Oficina da Ilusão (agência
da Mafalda), ao ver esgotada a lotação do Coliseu
com sensivelmente duas semanas de antecedência, decidiu realizar
outro concerto, no dia 5 de Outubro, que também esgotou.
Para além de terem preparado um espectáculo exclusivo
e muito cuidado para essas noites, não só musicalmente
mas a nível de cenário (baseado em projecções
e animações em vídeo), a Mafalda e a sua equipa
tiveram como convidado especial o saxofonista Edgar Caramelo. Os
concertos foram gravados para a realização de um
DVD e foram um enorme sucesso.
Em Novembro, Mafalda Veiga participou no projecto “A cantora,
o compositor, o estilista e o convidado dela” para o qual
preparou um espectáculo de homenagem a um dos compositores
que mais admira, Jorge Palma. Para tal, contou com a colaboração
da estilista Maria Gambina e teve como convidado o realizador João
Carrilho que concebeu e preparou cinco filmes a ilustrar algumas
canções. Ambas as colaborações foram
muito aplaudidas bem como os novos arranjos e a interpretação
extremamente afectiva que a Mafalda e os músicos deram às
canções do Jorge Palma. De novo, as salas onde se
realizaram estes espectáculos - Rivoli no Porto, e Grande
Auditório do CCB em Lisboa - , esgotaram com antecedência
e contaram com públicos fantásticos e muito entusiastas,
tal como tem acontecido sempre.
Em 2004, a banda, cuja direcção musical é de
António Pinto ( guitarras acústica e eléctrica
), é integrada também por Filipe Raposo ( piano e
acordeão), João Barbosa ( guitarras eléctrica
e acústica), Nuno Allan ( baixo eléctrico e acústico
) e Vicki ( bateria e percussões. Sempre que as condições
dos locais dos concertos o permitem, o espectáculo conta
com projecções concebidas para cada uma das canções,
sendo criado um cenário virtual de grande impacto, pela
profunda relação das imagens com a música.
No âmbito das Festas da Cidade para o Euro 2004, Mafalda
teve o prazer e a honra de fazer a primeira parte do concerto de
Suzanne Vega, tendo sido muito calorosamente recebida pelas mais
de quinze mil pessoas que assistiram ao seu concerto e cantaram
com ela a maior parte das suas canções.
Em Junho deste ano, a TV Globo voltou a integrar uma canção
de Mafalda Veiga (“Gente perdida”, do disco “Tatuagem” )
na banda sonora de uma nova novela, “Senhora do Destino”,
que estreou no fim desse mesmo mês no Brasil e que é presentemente
transmitida em Portugal. Grandes nomes da música brasileira
integram também a banda sonora desta novela, tais como Simone,
Maria Rita, Zélia Duncan, Djavan e Rita Lee.
A 9 de Outubro é a vez do Coliseu do Porto, com a participação
do cantor Miguel Guedes (vocalista dos Blind Zero) e do saxofonista
Guto Lucena. Sem dúvida, o culminar de um momento há muito
esperado pelo público e pela compositora, que obriga à abertura
da totalidade da sala, quando inicialmente a produção
do espectáculo previa abrir, apenas, meia sala.
O ano termina com a edição do DVD, do segundo concerto
realizado no Coliseu dos Recreios de Lisboa, a 5 de Outubro de
2003, que inclui vários extras, como o making do Coliseu
e outros momentos de “estrada”, animações
concebidas para ilustrar algumas canções e um excerto
do espectáculo “A cantora, o compositor, o estilista
e o convidado dela”, realizado em Novembro do mesmo ano ,
no CCB.
Também em Dezembro, a Quasi Edições lança
o primeiro Songbook de Mafalda Veiga, reunindo as letras e cifras
de 16 canções escolhidas de cada um dos seus discos.
Em 2005, é editado também pela Quasi Edições,
o seu primeiro conto infantil “O carocho pirilampo que tinha
medo de voar”, integrado na colecção “Tempo
dos mais novos”, feita em parceria com o Jornal de Notícias.
Dos concertos realizados durante o ano, destacam-se os Concertos Íntimos
na Terceira e em S.Miguel, as Queimas das Fitas de Vila Real e
de Lisboa, a participação no Optimus Open Air tendo
como convidados Pedro Granger e João Pedro Pais, a reabertura,
em Coimbra, do Jardim da Sereia, onde também teve como convidado
André Sardet, e o tão especial encontro com o público
entusiasta e numeroso com quem ano após ano o concerto no
Casino Estoril se tem transformado sempre numa data marcante e
inesquecível.
No dia 20 de Outubro, Mafalda Veiga recebe o Prémio Carreira
Prestígio da Rádio Central FM de Leiria, pela mão
do Governador Civil de Leiria que lhe dirige as seguintes palavras “ … ouvir
as músicas da Mafalda torna o Mundo melhor… “,
visto o mote da XIII Gala da Rádio, este ano realizada no
auditório Paulo VI em Fátima, ser “ Por um
mundo Melhor”. Ao longo destes 13 anos, a referida rádio
atribuiu o mesmo prémio a grandes personalidades, tais como
Teresa Guilherme, José Mário Branco, Sérgio
Godinho, Rui Veloso e Carlos do Carmo, sendo Mafalda Veiga a mais
jovem premiada.
Em 2006, Mafalda Veiga está um pouco mais afastada dos
palcos, dedicando-se essencialmente à composição
e preparação do seu próximo disco de originais,
cuja edição se prevê para final do corrente
ano.
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Contactos:
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| E-mail para espectáculos:
anamoitinho@oficinadailusao.com
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Apresentação |
“A sua abordagem da música é absolutamente
adulta e madura. Jacinta é uma cantora assertiva,
sólida, com expressividade e sentido musical
excelentes.” - Miguel Gaspar, All Jazz
Aclamada na crítica portuguesa pela sua “voz quente,
redonda, possante” (Miguel Soares, Comércio
do Porto), Jacinta recebeu o prémio “Músico
Revelação 2001” do programa
Cinco Minutos de Jazz (Antena 1, desde 1966) e foi referida como ‘A
cantora de jazz portuguesa’, por José Duarte.
“
Segura, conhecedora” (Emanuel Carneiro, Jornal de Notícias),
Jacinta transmite emoção e garra no timbre da sua voz, complementando-a
com um swing sólido e natural.
Impressionante intonação e comando vocal destacam-na
entre cantores de jazz. Jacinta deu os seus primeiros
passos artísticos através
do estudo da música clássica em
piano e composição, percurso pouco comum numa
cantora de jazz. Integrou vários grupos como cantora e instrumentista, chegando a liderar um grupo
de rock sinfónico.
No entanto e' no mundo do jazz que a sua energia musical encontra
plena expressão.
Aos 22 anos uma excelente actuação de jazz vocal
no programa Chuva de Estrelas impulsionou a sua
carreira como cantora, tendo sido solicitada para inúmeros
concertos a partir de então. Em
1997 Jacinta mudou-se para Nova Iorque para frequentar a Manhattan
School of Music, onde foi premiada com bolsa de estudos para realização
de Mestrado em Jazz
Vocal. Ainda em Nova Iorque, Jacinta participou em workshops
por grandes nomes do jazz contemporâneo,
como Maria Schneider, Ed Neumeister, Mark Murphy, Dave Holland e
Annie Ross. Prosseguiu estudos de improvisação
com Chris Rosenberg da banda de Ornette Coleman, e de interpretação estilística
com Peter Eldridge dos New York Voices.
Jacinta começou a cantar profissionalmente em Nova Iorque,
deslumbrando o público com o seu estilo enérgico.
Mais Tarde, durante os quatro anos em que residiu na área
de São Francisco, Califórnia, Jacinta
actuou profissionalmente em vários
projectos musicais apresentandose também em grandes clubes de jazz de renome mundial como
Kimball’s East e Yoshi’s.
Em 2001, a convite do trompetista/produtor Laurent Filipe,
Jacinta apresenta-se ao vivo com o projecto Tributo a Bessie
Smith.
Após a sua aparição em publico, Jacinta
foi considerada pela crítica Portuguesa como “
uma das grandes vocalistas do momento” (Rodrigo Affreixo,
Blitz), tendo “uma presença em palco
cheia de confiança e à vontade” (António
Rúbio, Correio da Manhã), e como possuidora de uma “voz forte e soberana” (António
Ferro, O Primeiro de Janeiro).
Jacinta tem um forte sentido rítmico e as suas improvisações
de jazz são dignas “de uma cantora
cheia de maturidade, de um nível que nunca
apareceu neste país” (António Rubio, Correio da Manhã).
O sucesso deste projecto culminou com a sua edição
discográfica na prestigiada Blue Note, em Fevereiro
de 2003.
Este disco, Tribute to Bessie Smith, atingiu os tops de vendas
nacionais e foi galardoado com disco de Ouro pelas
suas vendas superiores a 25.000 exemplares, feito nunca antes
conseguido na historia do jazz portuguesa.
Depois deste grande êxito no panorama musical Português,
Jacinta procurou novos caminhos e novas abordagens,
dedicando-se a vários projectos
satélite como são exemplo Jacinta canta Monk
e Jacinta canta Brasil.
No seu estudo da música de Thelonious Monk, a cantora
escolhe caminhos arrojados preferindo uma abordagem
mais instrumental dando ênfase
não só ao swing mas também á s
melodias angulares e harmonias menos obvias.
O projecto Jacinta canta Monk foi estreado em quinteto de jazz
e mais tarde ampliado para quarteto de jazz com orquestra clássica.
Entre as várias orquestras com quem a cantora trabalhou
destaca-se a Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Neste projecto destacam-se ainda os maestros Graça Moura, Vasco
Pierce de Azevedo, Rui Massena, e os arranjos de Paulo Perfeito.
O projecto Jacinta canta Brasil surge como necessidade da cantora
em explorar sonoridades e balanços distintos
do Jazz Americano. Aqui, a cantora revisita e aprofunda um estilo já experimentado
com as suas bandas Americanas.
O reportório deste projecto é sobretudo marcado
por temas de Tom Jobim e Djavan, em formato de quinteto jazz.
Com este programa específico, Jacinta apresentou-se sete
noites no Jardim de Inverno do Teatro São Luís, tendo sido recebida
com lotação esgotada todas as noites.
Aqui, o sentido rítmico da cantora volta a destacar-se,
denotando-se uma entrega e um conhecimento intrínseco
musical que proporciona ao ouvinte uma sensação
de leveza e de grande naturalidade.
Em Março de 2006, a Blue Note - Emi Portugal lança
Day Dream, o novo trabalho discográfico
de Jacinta.
Este disco surge de uma nova etapa musical onde a cantora redescobre
Duke Ellington e alarga o seu espectro musical ao incluir temas
de projectos bem distintos.
O desafio maior veio da parte de Greg Osby, saxofonista, arranjador
e produtor do projecto, ao propor a inclusão
de compositores tão
diversificados como Djavan, Cole Porter, Tom Jobim, Duke Ellington,
Zeca Afonso, Martin e Monk.
Este disco poderá ser um marco pela forma como os instrumentistas
tocam e se expandem criativamente, em permanente
dialogo entre si e com a cantora que por sua vez
interage com a banda, abordando as melodias com a fluidez de
um instrumento de sopro. Esta abordagem resulta
numa música fresca, moderna,
marcada com um swing forte do Jazz Mainstream mas de corrente contemporânea.
Num esforço de maior aproximação deste estilo
musical ao público Portugues, Osby sugeriu a inclusão de adaptações de alguns
dos temas para língua Portuguesa.
Na Tournée de Day Dream, de 20 concertos a nível
Nacional, Jacinta foi recebida entusiasticamente
por um público eufórico e apreciador
que lotou um grande número de salas do país.
Em 2007 Jacinta dedica-se a novos projectos dos quais se destacam
um espectáculo de homenagem a Zeca Afonso
em formato de trio e um quarteto/quinteto de jazz moderno que incluirá standards americanos e temas inéditos.
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Contactos: |
E-mail :
manager@jacintaportugal.com
SITE
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Apresentação
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Quim Barreiros, cujo nome completo é Joaquim de Magalhães
Fernandes Barreiros, nasceu aos 19 de Junho de 1947 em Vila Praia
de Âncora, concelho de Caminha, distrito Viana do Castelo.
Começou aos 8 anos a sua aprendizagem de acordeão
e aos 9 já tocava bateria no conjunto do pai, o "Conjunto
Alegria".
Entre 1968 e 1974 cumpriu o serviço militar na Força
Aérea, participou na famosa Banda da Força Aérea
e nesse período, como músico militar, teve oportunidade
de actuar nas principais casas de Fado e Restaurantes Típicos
tais como O Solar do Minho, Solar da Hermínia, Timpanas,
Adega Machado, A Taverna, Lisboa à noite, etc
Actuou em quase todos os Países onde existem comunidades
de portugueses, tais como Canadá, EUA, Venezuela, Brasil,
Aruba, Curaçao, Bermudas, Áfru~ca do Sul, Namíbia,
Austrália, Espanha, França, Suíça,
Bélgica, Alemanha, Andorra, Inglaterra e claro, já percorreu
Portugal de lés a lés.
Não há festa académica sem Quim Barreiros é o
slogan. Coimbra, Porto, Évora, Lisboa, Braga, Aveiro,
Vila Real, Faro, etc... são exemplos de Universidades
que não dispensam Quim Barreiros
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Contactos:
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E-mail :
info@quimbarreiros.pt
SITE
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Discografia |
CD's | DVD's
1986 - Bacalhau à Portuguesa
1986 - Riacho da Pedreira
1991 - CD D'Ouro
1992 - O Sorveteiro (Chupa Teresa)
1992 - Original (O Franguito da Maria)
1993 - Insónia
1993 - Deixa Botar Só a Cabeça
1994 - Meu Dinossauro
1994 - Mestre de Culinária
1994 - Os 60 Maiores Êxitos
1995 - Nunca Gastes Tudo
1996 - Minha Vaca Louca
1997 - 15 Grandes Sucessos
1998 - Marcha da Expo'98
1998 - O Melhor dos Melhores
1999 - Marcha do 3º Milénio
2000 - A Garagem da Vizinha
2001 - Comer, Comer
2002 - Depois da Uma
2002 - Cantares ao Desafio
2003 - O Melhor de Quim Barreiros
2003 - Na Tua Casa Tá Entrando Outro Macho
2004 - A Cabritinha
2005 - Riacho da Pedreira (em Cd)
2005 - O Ténis
2006 - DVD - Quim Barreiros ao Vivo
2006 - A Padaria
2007 - Use Álcool
(...)
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Apresentação
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Paralelamente ao seu trabalho no grupo Madredeus, Teresa Salgueiro
sempre manteve frequentes colaborações com diversos
músicos nacionais e internacionais. Algumas dessas colaborações
foram reunidas no álbum "Obrigado" naquele que
foi o primeiro trabalho discográfico editado por Teresa
fora do "ninho" Madredeus. O disco que viu a luz
do dia em Portugal em Novembro de 2005 foi em poucos meses
editado
um pouco por todo o mundo...
Em 2007 Teresa Salgueiro prepara a edição de um
segundo trabalho em nome próprio que, ao que tudo indica,
será editado entre os meses de Março e Abril. O álbum
será inteiramente dedicado à Bossa Nova e à MPB
confirmando-se assim a grande afinidade que Teresa sempre afirmou
ter pela música brasileira. Aproveitando uma espécie
de ano sabático dos Madredeus, Teresa Salgueiro iniciará em
Abril uma digressão mundial com base no repertório
desse trabalho, no entanto, as primeiras apresentações
ao vivo acontecem já em Janeiro na cidade de São
Paulo, Brasil.
Esta página pretende ser um pequeno e sincero tributo
a Teresa Salgueiro, um porto de chegada para todos aqueles que
na alma e na voz de Teresa encontram a cada dia um novo porto
de partida, uma fonte de renovada inspiração de
onde brota o sonho, cresce a esperança e renasce a ilusão.
Obrigado Teresa!
Dedico esta página a Isabel Coelho, Marcela Ortiz, Óscar
Centeno, Rita Resende e Robertson Frizero Barros, unidos caminhamos
pela vida com a voz da Teresa por companhia (
Sérgio
Freitas )
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Videos em
destaque
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Amanhã (
Duo Ouro Negro) em Conseza, Itália, 2008
Espectáculo
e entrevista na Batalha (Zona TV)
Pra
machucar meu coração (no Brasil)
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