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Grupo
Folclórico do Salão - Faial - Açores
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Historial
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Alberto Garcia de Lemos, Manuel
Oliveira. José Celestino
Jorge, António da Rita e Rosa Ventura, fundaram o Grupo
Folclórico
do Salão na escola primária da freguesia do Salão
no ano lectivo de 1966/1967 onde permaneceu até 25/12/1973
data em que foi desintegrado da escola ficando a funcionar autonomamente,
administrado por uma comissão administrativa. (...) É composto
por 46 elementos e tem mantido uma actividade constante na divulgação
dos bailhos e cantares da freguesia do Salão e da Ilha do
Faial os quais eram executados pelas pessoas que se reuniam nas
casas particulares durante os serões do milho, da palha
e da trança
para feitura dos chapéus. Ao longo dos seus anos tem mantido
sempre o nível original da época que representa,
sendo por isso muito solicitado a participar em convívios,
comemorações
de aniversários, festivais de folclore, festejos religiosos
etc. A Freguesia do Salão tem como alcunha os folgazões..
(...)
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| Contactos |
Grupo Folclórico do Salão
Estrada Regional
9900-501 Salão Horta
Faial
Presidente da Direcção
Manuel Humberto Goulart
telm. 918118686 ou 918316088
SITE
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Musicas | Videos | etc
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Grupo Folclórico
e Etnográfico da Ribeirinha "Recordar e Conhecer" -
Angra do Heroísmo - Terceira - Açores
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Historial
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Este grupo começou a organizar-se no dia 1 de Dezembro
de 1995. Todavia por motivos plausíveis, o grupo considera
como data da sua fundação no dia 22 de Maio de
1996, este grupo foi oficialmente inaugurado no dia 1 de Maio
de 1997
na freguesia da Ribeirinha.
Esta Associação tem como objectivo, o estudo, pesquisa,
recolha e divulgação do Folclore e outros elementos
etnográficos em especial da própria Ribeirinha e
promoção Sócio-cultural das Populações
da Ilha Terceira através desta actividades.
De momento, a associação está a proceder à recolha
de trajes típicos de cada Região do País
com os quais estão fazendo exposições temporárias
para criar um Museu de "O Traje".
O grupo faz em média 40 actuações por ano,
ao redor da Ilha Terceira, nas várias freguesias desta
Ilha nas festas de "Verão", que tem o seu inicio
a 1 de Maio até meados de Outubro.
No dia 18 de Abril de 2000 este Grupo tornou-se membro de pleno
direito de (sócio efectivo) da Federação
de Folclore Português.
No dia 13 de Maio de 2000 este grupo lança o seu primeiro
CD, com 12 músicas do cancioneiro popular açoriano,
mais propriamente da Ilha Terceira.
No dia 18 de Maio de 2003 este grupo inaugurou a sua Sede Social
ou Museu de uma casa Típica da Ribeirinha ou da Ilha Terceira,
nela estão patentes mais de cinco mil peças, algumas
das quais com quase dois séculos de existência.
Este Museu representa o Retrato vivo da Ribeirinha, trazendo
ao tempo actual hábitos, roupas, casas, mobílias
e instrumentos de trabalho que faziam o conteúdo do quotidiano
nos séculos XIX e XX. Nesta casa estão 4 divisões
de uma casa rural tipicamente terceirense, onde são pormenorizados
os traços mais marcantes ao nível de mobiliário
e restante recheio utilizados na época dos nossos avós
e bisavós. Os ofícios também não
foram esquecidos. Há espaço para a atafona, eira,
alfaias agrícolas e utensílios do tear. Neste local
este grupo vai apresentar recriações da matança
regional, a desfolhada, trabalhos na eira, o ciclo da lã,
as festas do Divino Espírito Santo, etc. tem como designação
Centro Etnográfico da Ribeirinha.
(fonte: : Jornal "A União" )
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| Contactos |
Grupo Folclórico e Etnográfico
da Ribeirinha "Recordar e Conhecer"
Canada do Lameirinho, 70
9700 - 436 Angra do Heroísmo
Terceira - Açores - Portugal
Telefone: 295 663 851
E-mail: geral@folclorico-ribeirinha.com
SITE
MySpace
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Musicas | Videos | etc
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Grupo de Baile
da Canção Regional Terceirense - Angra do Heroísmo
- Açores
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Historial
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O Grupo de Baile da Canção Regional Terceirense
foi fundado pela poetisa Maria Francisca Bettencourt (Maria do
Céu) e fez a sua primeira apresentação pública
no dia 16 de Julho de 1966 na comemoração do 89º aniversário
da Sociedade Recreio dos Artistas da cidade de Angra do Heroísmo,
sendo o mais antigo Grupo de Folclore em actividade na Ilha Terceira.
Dois anos após a sua estreia grava para a etiqueta “Rapsódia” quatro
discos de curta duração.
Durante treze anos o Grupo permanece ligado à “Sociedade
Recreio dos Artistas” e actua em todas as freguesias rurais
da Ilha Terceira, nos clubes e sociedades de Angra do Heroísmo
e Praia da Vitória, a bordo dos paquetes “Funchal” e “Angra
do Heroísmo”, nos clubes do destacamento Norte Americano
da Base das Lajes e, por duas vezes, desloca-se à Ilha
do Faial.
Em 1979 torna-se um grupo autónomo. Rediz, aprova e publica
os seus estatutos. Desloca-se à Ilha de Santa Maria.
Em 1980 sai pela primeira vez da Região para participar
nos Festivais Internacionais de Folclore de Santarém,
Cartaxo e Badajoz (Espanha).
(...)
Em 1986, a solicitação da Comunidade de Emigrantes
Açorianos no Canadá, desloca-se a este país
onde realiza nove espectáculos em teatros, escolas e clubes
da cidade de Toronto.
Em 1987 faz uma tournée europeia, começando por
participar em Portugal nos Festivais Internacionais de Gulpilhares,
Vila Nova de Famalicão e Ribeirão. Em França,
actua em Chavignol, Sancerre, Cuoy, Saint Fleur, Saugues e Saint
Germain dés Fossés. Na Suiça, representa
Portugal no Festival Internacional de Friburgo, actuando na Aula
Magna da Universidade daquela cidade.
Em 1988 participa novamente no Festival Internacional de Folclore
dos Açores.
Em 1989 é convidado pelos Antigos Orfeonistas da Universidade
de Coimbra para, com eles, participar em espectáculos
no Teatro Gil Vicente daquela cidade e no Coliseu dos Recreios
em Lisboa, sendo este último destinado à angariação
de fundos para as obras de reconstrução do Chiado.
Vai a Évora integrado na comitiva Angrense que ali se
desloca no âmbito do protocolo de geminação
das duas cidades; em Lisboa actua na Casa dos Açores.
Em 1990 volta à cidade de Coimbra, desta vez a convite
da Comissão Central da Queima das Fitas, para participar
no Festival Nacional de Folclore integrado no referido certame,
bem como na Semana das Ilhas.
Em 1991, ano em que comemora a suas bodas de prata, desloca-se
ao continente para participar na Festa do Açoriano, organização
da Casa dos Açores de Lisboa. Vai ao Brasil onde participa
no V Festival Internacional de Folclore daquele país,
sendo o primeiro representante de Portugal no evento que se realiza
anualmente na cidade de Santos, estado de S. Paulo. Vai ao Estado
do Rio Grande do Sul onde actua em vários municípios
de colonização Açoriana, como os de Taquari,
Tramandaí, Santo António da Patrulha e Gravataí.
Na capital do Estado, Porto Alegre, exibe-se no Colégio
de Nossa Senhora da Glória, na sede campestre da Casa
de Portugal e na EXPOINTER, a maior feira agrícola de
toda a América do Sul, tendo sido filmado para a RBS TV,
canal 12. É recebido pelo Perfeito de Porto Alegre e pelo
Governador do Estado Dr. Alceu Collares. Neste ano actua ainda
na Moita, Guimarães e Lisboa, no âmbito do FESTINATEL
91, conjuntamente com quarenta e oito Grupos nacionais e catorze
estrangeiros.
(...).
Em 1997 desloca-se aos Estados Unidos da América do Norte,
Estado de Massachussets onde participa, durante quinze dias,
em várias manifestações culturais da diáspora,
nomeadamente nas Festas da Santíssima Trindade da cidade
de Lowell. Actua em directo para o R.T.P Internacional no programa “Sinais”.
Realiza aVI edição da “Festa da Vinha e do
Vinho”. Vai à cidade de Évora para participar
nas actividades do “Dia de Angra do Heroísmo”,
no âmbito do 4º Simpósio Internacional “O
Turismo e as Cidades Património Mundial - Desafios e Oportunidades”.
Participa no III Congresso da Federação do Folclore
Português, evento realizado no Auditório da Reitoria
da Universidade de Coimbra de 26 a 28 do mês de Setembro.
Em Outubro inicia o segundo curso de “viola da terra”.
Em 1998 colabora com o Centro de Apoio Tecnológico à Educação,
departamento tutelado pela Secretaria Regional da Educação
e Assuntos Sociais, na realização de um trabalho
para televisão sobre a vida e obra de Vitoriano Nemésio.
Organiza a “VII Festa da Vinha e do Vinho” e participa
no Festival de Folclore dos Açores, organizado pelo C.O.F.I.T.
Inicia o terceiro curso de “viola da terra”.
As actividades correspondentes ao ano de 1999 arrancam com o
início do quarto curso de “viola da terra”.
Desloca-se ao continente para participar no VIII Festival Nacional
de Folclore de Abitureiras, Santarém. No âmbito
desta deslocação o Grupo actuou ainda na Nazaré,
Rio Maior, Feira Popular de Lisboa e Feira de Artesanato do Estoril.
Para Sua Excelência o Senhor Presidente da República
Dr. Jorge Sampaio, no âmbito da “presidência
aberta” que efectuou nos Açores, o Grupo actuou
por duas vezes, sendo a primeira na Praça Velha na cerimónia
oficial de recepção e a segunda no Largo de São
Bento, dando-lhe as boas vindas numa “tourada à corda” que
lhe foi oferecida. Colabora com o Grupo de Teatro “O Teatrinho” nas
comemorações da “Semana Garrett”. Participa
no desfile de abertura das Sanjoaninas e no monumental cortejo
etnográfico.
Em 2000 cria um espectáculo etno-folclórico a que
dá o nome de “Festa Redonda”, onde incluí todas
as manifestações lúdicas de transmissão
oral da cultura popular terceirense ao longo de um ano. Organiza
a “IX Festa da Vinha e do Vinho”. Recebe o Grupo
Folclórico do Centro de Convívio de Abitureiras
que, no âmbito de um protocolo de intercâmbio connosco
celebrado, veio participar no Festival de Folclore dos Açores.
Em 2001, o Grupo participa no programa "Atlântida"da RTP Açores,
transmitido em directo para todo o mundo pela RTP Internacional; desloca-se ao
Continente Português para participar em vários Festivais , dos quais
destacamos o “V Festival Internacional de Folclore Cantaréu 2001” em
Vila Real. Vai a Espanha, mais concretamente à localidade de Trubia, Oviedo,
no Principado das Astúrias, onde realiza uma dezena de exibições
em várias cidades Participa no “VII Festival Folclórico Internacional
de Trubia” e no “Festival Folclórico Internacional de Corvera.
Em 2002 reinicia o ensino da “Viola-da-Terra” com a abertura do 5ª Curso
de formação. A título experimental realiza um curso de “gravura
sobre estanho”. Volta a Santarém para participar na “3ª Mostra
de Sons e Instrumentos Tradicionais” em mais uma edição de “Sons
Autóctones” este ano dedicada à “Voz e Cordas”.
Nesta cidade participa ainda num colóquio sob o tema “A voz e as
cordas nos instrumentos tradicionais”.
Em 2003 edita um trabalho em CD com o título “Festa Redonda” onde
faz uma abordagem aos temas musicais que caracterizam as diferentes épocas
festivas que decorrem ao longo de um ano na ilha Terceira. Organiza a “XIIª Festa
da Vinha e do Vinho”. Dá início ao 6º curso de “ viola
da terra”.
Em 2004, tal como é habitual, inicia as suas actividades
com mais um curso de “viola da terra”, desta feita
o 7º curso. Actua a bordo a bordo do navio de cruzeiro MINERVA
II. Desloca-se a Penacova (distrito de Coimbra) para participar
na 5ª edição do “Festitradições
de Povos do Mundo – Festival Internacional de Folclore
e Artes Tradicionais” representando os Açores neste
certame que contou com a presença de 13 grupos nacionais
e 4 grupos estrangeiros. É convidado para 2 programas
de rádio nos participa: programa O Povo a Cantar da rádio
IRIS FM 91.5 de Samora Correia com uma entrevista em directo
e passagem do CD “Festa Redonda” e no programa Domingo à Tarde
do Rádio Clube de Angra. Participa no 4º. Congresso
da Federação do Folclore Português, que decorreu
nos dias 27 e 28 no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro.
Em 2005 participa na “1ª Feira de Artesanato e Sabores
Tradicionais” no âmbito do XXI Festival Internacional
de Folclore dos Açores. Realiza a “XIVª Festa
da Vinha e do Vinho” em colaboração com o
Museu do Vinho da Casa Agrícola Brum Ltda, da freguesia
dos Biscoitos e com o apoio do INATEL. Participa, em Albufeira,
no Seminário Internacional de Cultura Popular: “Etnografia:
Preservar Passados Presentes” promovido pelo INATEL. No
mês de Outubro inicia mais um curso de “viola da
terra”. Organiza na sua sede social uma exposição
de Presépios onde estiveram patentes representações
oriundas dos mais diversos países.
Em 2006, no âmbito das comemorações do seu
40ºAniversário, organiza um bailinho de Carnaval
que se exibe ao longo da ilha durante aquela quadra festiva,
perfazendo um total de 21 actuações em quatro dias.
No dia 1 de Maio leva a efeito a iniciativa: “São
Bento Capital do Maio”, evento que procura mobilizar as
pessoas para uma tradição, os Maios, que parece
desaparecer. Esta iniciativa contou, além da exposição
dos Maios, com uma palestra alusiva ao tema. Actua em directo
para a emissão especial das Sanjoaninas do programa: “Passeio
público” da RDP-Antena 1. Por unanimidade da Assembleia
Municipal de Angra do Heroísmo, foi-lhe atribuída
a Medalha de Prata de Mérito Cultural do referido município. É declarado
Instituição de Utilidade Pública pelo Governo
Regional dos Açores.
Em 2007 desloca-se a Romans-sur-Isére, França,
a convite da organização do 30ème Festival
Internacional de Folklore “Cultures et Traditions du Monde” de
Romans-sur-Isère. Desloca-se ainda à cidade de
Noyon a convite da Associação "Chants et Danses
du Monde" - Comité Organisateur du Festival International
de Folklore de Noyon. Nessa região, actua em diversos
locais, naquele que terá sido o embrião do futuro “Festival
International de Folklore de Noyon”, a realizar pela primeira
vez no ano de 2008. Realiza a “XVIª Festa da Vinha
e do Vinho” uma vez mais em colaboração com
o Museu do Vinho da Casa Agrícola Brum Ltda, da freguesia
dos Biscoitos e com o apoio do INATEL. Organiza duas noites temáticas
onde estiveram em evidência sabores e costumes da ilha
Terceira, que se traduziram no “Dia do Bodo” e a “Noite
da Alcatra”.
O Grupo é constituído actualmente por 12 pares
de dançarinos, três cantadores, cinco cantadeiras,
cinco tocadores de “Viola-da-Terra” e cinco tocadores
de “violão”.
É sócio do INATEL e membro da Federação
do Folclore Português
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| Contactos |
SEDE SOCIAL
Grupo de Baile da Canção Regional Terceirense
Ladeira de S.Bento, 59
9700 - 171 Angra do Heroísmo
Telefone: 295216566
E-MAIL
gbcrt@sapo.pt
MEMBROS DA DIRECÇÃO
PRESIDENTE
Bruno Bettencourt
Telefones: 295217196-965559221 SECRETÁRIO
António José Borba
TESOUREIRO
Carla Martins Fernandes
SITE
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