O Grupo Folclórico de Vila Verde foi fundado em 1958
com o intuito de divulgar e preservar as tradições
Etno-Folclóricas deste Concelho que representa, constituído
por 58 freguesias predominantemente agrícolas, assim como
a região do Baixo Minho, onde se encontra inserido, sendo
o mais antigo e representativo Grupo Folclórico do Concelho
e um dos mais antigos da região e do país.
Tem
participado em todo o país em diversos, variados
e mais importantes Festivais de Folclore, de Norte a Sul, inclusive
na Região Autónoma da Madeira, e ainda na EXPO
98; e, no estrangeiro, várias vezes em Espanha, incluindo
as Ilhas Canárias, França e Alemanha, e também
na Itália, Áustria e Eslováquia.
Dentro das
suas actividades de difusão do Folclore, realizou
Exposições de Trajes e de Instrumentos Musicais;
tem participado em programas de Rádio e Televisão;
recupera e divulga tradições esquecidas no tempo
como os Cantares de Reis, Cânticos Religioso-Populares,
Dança do Rei David, entre outros.
Organiza anualmente
o Festival Folclórico de Santo António
? Luso / Espanhol, que tem sido ponto alto das Festas Concelhias
de Vila Verde, onde participam, normalmente, grupos portugueses
de regiões variadas e grupos espanhóis, também
de diferentes regiões.
Organiza desde 2001 o Festival Folclórico InterNações
(Julho) com o objectivo de trazer a Vila Verde, Povos, Tradições
e Culturas de todo o Mundo.
É Sócio Efectivo e Fundador da Federação
do Folclore Português, onde ocupa lugar no Conselho Técnico;
está inscrito no Inatel; foi-lhe atribuída a Medalha
de Mérito Municipal em 1983 ao atingir 25 anos de existência;
e é Instituição de Utilidade Pública
por Despacho Governamental desde 1992.
Contactos
GRUPO FOLCLÓRICO DE VILA VERDE
Grupo Folclórico de Vila Verde
Apartado 22 - EC Vila Verde
4734 - 909 Vila Verde
Portugal
Fax: (+351) 221 454 148 (A/C Paula Almeida)
E-mail: grupo.folclorico.de.vila.verde@gmail.com
Presidente - Contactos de ordem geral
Manuel Nogueira
Tel. (+351) 253 312 046
Director Técnico - Contactos de permutas / intercâmbios
/ Festival Folclórico St.António
Oriundos das freguesias do concelho de Ponte da Barca onde ainda
predominam os trabalhos agrícolas, os componentes do rancho
constituem uma faixa etária bastante jovem. Alguns elementos
utilizam trajes de trabalho procurando com isso recriar as tradições
e costumes do concelho, munindo-se também de vários
utensílios como a dobadeira, a roca para fiar, o malho,
o engaço e a foicinha, entre outros. A tocata é composta
por instrumentos característicos da região em outros
tempos, como a concertina, a viola da aldeia, o violão,
os ferrinhos, os cavaquinhos e o reque-reque.
As danças são bem mexidas e alegres. A chula,
a cana verde e o malhão são danças típicas
do Alto Minho e fazem rodar as saias das raparigas que, todos
os anos no dia 23 de Agosto, dançam até de manhã,
no Largo da Urca, na já afamada Romaria de S. Bartolomeu.
Dos diversos trajes utilizados pelos elementos femininos, são
utilizados os de trabalho e os domingueiros. Os trajes de trabalho,
usados nas lides do campo, são confeccionados como antigamente,
com as suas saias em lã, tecida nos teares, peúgas
em lã de ovelha, camisa de estopa também tecida
em tear, colete de fazenda bordado a lã de cor, avental
de lã, franjeiro na cabeça e socos abertos. Os
trajes domingueiros ou de romaria, são pretos, vidrilhados,
chinela preta rebicada na ponta, meia branca de algodão,
ostentando na cabeça um lenço também de
algodão. Os brincos à rainha e os cordões
de ouro no pescoço dão o remate final.
Detentor de um palmarés vasto e invejável, constantemente
solicitado para festivais, o Rancho Folclórico e Etnográfico
de Ponte da Barca tem conseguido corresponder a todas as expectativas
criadas e assim espera manter-se por muitos anos.