Musica Portuguesa - Página inicial
Letras | Popular | Alentejo
 
 
(mais em breve)
 

Rama

 

Ó rama, ó que linda rama.
Ó rama da oliveira!
O meu par é o mais lindo
Que anda aqui na roda inteira!

 

Que anda aqui na roda inteira,
Aqui e em qualquer lugar,
Ó rama, que linda rama,
Ó rama do olival!


Eu gosto muito de ouvir
Cantar a quem aprendeu.
Se houvera quem me ensinara,
Quem aprendia era eu!


Não m'invejo de quem tem
Parelhas, éguas e montes;
Só m'invejo de quem bebe
A água em todas as fontes.


Fui à fonte beber água,
Encontrei um ramo verde;
Quem o perdeu tinha amores,
Quem o achou tinha sede.


Debaixo da oliveira
Não se pode namorar;
A folha é miudinha,
Deixa passar o luar.

 


 

(Letra e música: popular)
 

Menina estás à janela

 

Menina estás à janela
com o teu cabelo à lua
não me vou daqui embora
sem levar uma prenda tua

 

sem levar uma prenda tua
sem levar uma prenda dela
com o teu cabelo à lua
menina estás à janela


Os olhos requerem olhos
e os corações corações
e os meus requerem os teus
em todas as ocasiões


[Gosto muito dos teus olhos
mas ainda mais dos meus
se não foram os meus olhos
como iria (eu) ver os teus]


[Chorai olhos chorai olhos
que o chorar não é desprezo
também a virgem chorou
quando viu seu filho preso]




 

(Letra e música: popular)
 

Delicada da cintura

 

Delicada da cintura
Como a palha do centeio
Tu é que és a criatura
Por quem eu tanto vareio

 

Os olhos do meu amor
São duas azeitoninhas
Fechados são dois botões
Abertos duas rosinhas

 

Eu gosto dos figos lampos
Da figueira rebeldia
Gosto das moças do campo
Olha a minha simpatia

 

Nas ondas do meu cabelo
Vou-me deitar a afogar
É p'ra que saibas amor
Que há ondas sem ser no mar


 

(Letra e música: popular)
 

Oliveira da serra

 

À oliveira da serra,
O vento leva a flor. [Bis]
Ó -i-ó-ai, só a mim ninguém me leva,
Ó -i-ó-ai, para o pé do meu amor. [Bis]

 

À oliveira da serra,
O vento leva a ramada.
Ó -i-ó-ai, só a mim ninguém me leva,
Ó -i-ó-ai, para o pé da minha amada.

 

 

 

 

 

(Letra e música: popular)
 

Não olhes pra mim não olhes

 

Não olhes pra mim não olhes
qu'eu não sou o teu amor
qu'eu não sou como a figueira
que dá fruto sem ter flor

 

E rosa branca desmaiada
onde deixaste o cheiro
deixei-o no meu quintal
à sombra do limoeiro

 

à sombra do limoeiro
onde não seja regada
onde deixaste o cheiro
e rosa branca desmaiada

 

Esta noite à meia noite
já meia noite seria
ouvi uma pomba cantar
e no coração de Maria

 

E rosa branca ...

 

(Letra e música: popular)
 
 
 
 
 
Ranchos . Grupos Musica Tradicional . Canções . Letras . Artistas . Festas . Conjuntos . Organistas . Links . Tunas . SiteMap

Webdesign / Webmarketing - Fernando Graça - 2008
Envie-nos a sua mensagem Busca interna