Artistas Portugueses. Espectaculos. contacto Ranchos | Folclore dos Açores conjuntos de baile, grupos de baile, grupos musicais, Bandas de musica, Grupos e Bandas Musicais, artistas contactos de artistas, contactos de bandas, contactos de grupos musicais artistas cantores, artistas festas, festas populares, artistas populares
 

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Grupo de Baile da Canção Regional Terceirense (veja destaque) 295216566 Angra do Heroísmo
Grupo Folclórico Etnográfico Ribeirinha Recordar e Conhecer 295663851 Angra do Heroísmo
Grupo de Folclore "Os Bravos" 295545000
Angra do Heroísmo
Grupo Folclórico e Etnográfico da Ribeirinha (veja destaque) 295663851
Angra do Heroísmo
Grupo Folclórico e Etnográfico de Pedro Miguel e-mail Faial
Grupo Folclórico do Salão - Salão (veja destaque) 918118686 Faial
Grupo Folclórico e Etnográfico da Associação Cultural Lajense 292593271 Lajes das Flores
Grupo Folclórico Cantares e Balhados da Relva 296672899 / Ponta Delgada
Grupo Folclórico de S. Miguel 296303977 / 966117632 Ponta Delgada
Rancho Folclórico da Casa do Povo do Livramento (e-mail ) 966870218 / 918621033 Ponta Delgada
Grupo Folclórico “ A Gaivota” da Casa do Povo de Rabo de Peixe 296491838 Ponta Delgada
Grupo Folclórico da Casa do Povo de Candelária (Madalena) 292622112
Pico
  Ribeira Grande
Grupo Folclórico e Etnográfico "Água-Alva" da Casa do Povo de Agualva 963159499 Terceira
(mais em breve)

Grupo Folclórico do Salão - Faial - Açores

Historial

 

Alberto Garcia de Lemos, Manuel Oliveira. José Celestino Jorge, António da Rita e Rosa Ventura, fundaram o Grupo Folclórico do Salão na escola primária da freguesia do Salão no ano lectivo de 1966/1967 onde permaneceu até 25/12/1973 data em que foi desintegrado da escola ficando a funcionar autonomamente, administrado por uma comissão administrativa. (...) É composto por 46 elementos e tem mantido uma actividade constante na divulgação dos bailhos e cantares da freguesia do Salão e da Ilha do Faial os quais eram executados pelas pessoas que se reuniam nas casas particulares durante os serões do milho, da palha e da trança para feitura dos chapéus. Ao longo dos seus anos tem mantido sempre o nível original da época que representa, sendo por isso muito solicitado a participar em convívios, comemorações de aniversários, festivais de folclore, festejos religiosos etc. A Freguesia do Salão tem como alcunha os folgazões.. (...)

Grupo Folclórico do Salão - Faial - Açores
 
Contactos


Grupo Folclórico do Salão
Estrada Regional
9900-501 Salão Horta
Faial

Presidente da Direcção
Manuel Humberto Goulart
telm. 918118686 ou 918316088

SITE

 

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Grupo Folclórico e Etnográfico da Ribeirinha "Recordar e Conhecer" - Angra do Heroísmo - Terceira - Açores

Historial

 

Este grupo começou a organizar-se no dia 1 de Dezembro de 1995. Todavia por motivos plausíveis, o grupo considera como data da sua fundação no dia 22 de Maio de 1996, este grupo foi oficialmente inaugurado no dia 1 de Maio de 1997 na freguesia da Ribeirinha.
Esta Associação tem como objectivo, o estudo, pesquisa, recolha e divulgação do Folclore e outros elementos etnográficos em especial da própria Ribeirinha e promoção Sócio-cultural das Populações da Ilha Terceira através desta actividades.

De momento, a associação está a proceder à recolha de trajes típicos de cada Região do País com os quais estão fazendo exposições temporárias para criar um Museu de "O Traje".

O grupo faz em média 40 actuações por ano, ao redor da Ilha Terceira, nas várias freguesias desta Ilha nas festas de "Verão", que tem o seu inicio a 1 de Maio até meados de Outubro.
No dia 18 de Abril de 2000 este Grupo tornou-se membro de pleno direito de (sócio efectivo) da Federação de Folclore Português.

No dia 13 de Maio de 2000 este grupo lança o seu primeiro CD, com 12 músicas do cancioneiro popular açoriano, mais propriamente da Ilha Terceira.
No dia 18 de Maio de 2003 este grupo inaugurou a sua Sede Social ou Museu de uma casa Típica da Ribeirinha ou da Ilha Terceira, nela estão patentes mais de cinco mil peças, algumas das quais com quase dois séculos de existência. Este Museu representa o Retrato vivo da Ribeirinha, trazendo ao tempo actual hábitos, roupas, casas, mobílias e instrumentos de trabalho que faziam o conteúdo do quotidiano nos séculos XIX e XX. Nesta casa estão 4 divisões de uma casa rural tipicamente terceirense, onde são pormenorizados os traços mais marcantes ao nível de mobiliário e restante recheio utilizados na época dos nossos avós e bisavós. Os ofícios também não foram esquecidos. Há espaço para a atafona, eira, alfaias agrícolas e utensílios do tear. Neste local este grupo vai apresentar recriações da matança regional, a desfolhada, trabalhos na eira, o ciclo da lã, as festas do Divino Espírito Santo, etc. tem como designação Centro Etnográfico da Ribeirinha.

(fonte: : Jornal "A União" )

 

Contactos
Grupo Folclórico e Etnográfico da Ribeirinha "Recordar e Conhecer"
Canada do Lameirinho, 70
9700 - 436 Angra do Heroísmo
Terceira - Açores - Portugal


Sede: (+351) 295 663 851 Presidente: (+351) 963 216 098 Vice-Presidente: (+351) 919 529 882 Secretária: (+351) 964 565 233 Tesoureira: (+351) 962 147 299 Vogal: (+351) 963 305 345 Vogal: (+351) 968 109 573

 


Fundado a 22 de Maio de 1996, dia do seu padroeiro - o Beato João Batista Machado -, o Grupo Folclórico e Etnográfico da Ribeirinha “Recordar e Conhecer” surge na sequência do Monumental Cortejo Etnográfico realizado na Freguesia da Ribeirinha a 5 de Junho de 1995, integrado na celebração da Autonomia dos Açores e transmitido pela RTP-Açores. 

A movimentação gerada em torno da recolha de costumes e tradições culturais da freguesia e restante ilha proporcionou o encontro de um grupo de pessoas com vontade de conservar e divulgar os dados e bens recolhidos, dando, assim, origem à formação do Grupo. 

O Grupo Folclórico e Etnográfico da Ribeirinha “Recordar e Conhecer” é um grupo autónomo, que fez aprovar os seus estatutos, como pessoa colectiva e de utilidade pública, por Despacho do Governo Regional dos Açores, a 20 de Novembro de 1996. 

Exercendo desde cedo a sua actividade em torno da dança folclórica e apresentação de tradições, este Grupo tem por objectivo promover a cultura popular do povo açoriano, em particular da Ilha Terceira e da freguesia da Ribeirinha, dedicando-se ao estudo, pesquisa, recolha e divulgação do Folclore e de outros elementos socioculturais relevantes.

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Grupo de Baile da Canção Regional Terceirense - Angra do Heroísmo - Açores

Historial

 

O Grupo de Baile da Canção Regional Terceirense foi fundado pela poetisa Maria Francisca Bettencourt (Maria do Céu) e fez a sua primeira apresentação pública no dia 16 de Julho de 1966 na comemoração do 89º aniversário da Sociedade Recreio dos Artistas da cidade de Angra do Heroísmo, sendo o mais antigo Grupo de Folclore em actividade na Ilha Terceira.
Dois anos após a sua estreia grava para a etiqueta “Rapsódia” quatro discos de curta duração.
Durante treze anos o Grupo permanece ligado à “Sociedade Recreio dos Artistas” e actua em todas as freguesias rurais da Ilha Terceira, nos clubes e sociedades de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória, a bordo dos paquetes “Funchal” e “Angra do Heroísmo”, nos clubes do destacamento Norte Americano da Base das Lajes e, por duas vezes, desloca-se à Ilha do Faial.
Em 1979 torna-se um grupo autónomo. Rediz, aprova e publica os seus estatutos. Desloca-se à Ilha de Santa Maria.
Em 1980 sai pela primeira vez da Região para participar nos Festivais Internacionais de Folclore de Santarém, Cartaxo e Badajoz (Espanha).
(...)
Em 1986, a solicitação da Comunidade de Emigrantes Açorianos no Canadá, desloca-se a este país onde realiza nove espectáculos em teatros, escolas e clubes da cidade de Toronto.
Em 1987 faz uma tournée europeia, começando por participar em Portugal nos Festivais Internacionais de Gulpilhares, Vila Nova de Famalicão e Ribeirão. Em França, actua em Chavignol, Sancerre, Cuoy, Saint Fleur, Saugues e Saint Germain dés Fossés. Na Suiça, representa Portugal no Festival Internacional de Friburgo, actuando na Aula Magna da Universidade daquela cidade.
Em 1988 participa novamente no Festival Internacional de Folclore dos Açores.
Em 1989 é convidado pelos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra para, com eles, participar em espectáculos no Teatro Gil Vicente daquela cidade e no Coliseu dos Recreios em Lisboa, sendo este último destinado à angariação de fundos para as obras de reconstrução do Chiado. Vai a Évora integrado na comitiva Angrense que ali se desloca no âmbito do protocolo de geminação das duas cidades; em Lisboa actua na Casa dos Açores.
Em 1990 volta à cidade de Coimbra, desta vez a convite da Comissão Central da Queima das Fitas, para participar no Festival Nacional de Folclore integrado no referido certame, bem como na Semana das Ilhas.
Em 1991, ano em que comemora a suas bodas de prata, desloca-se ao continente para participar na Festa do Açoriano, organização da Casa dos Açores de Lisboa. Vai ao Brasil onde participa no V Festival Internacional de Folclore daquele país, sendo o primeiro representante de Portugal no evento que se realiza anualmente na cidade de Santos, estado de S. Paulo. Vai ao Estado do Rio Grande do Sul onde actua em vários municípios de colonização Açoriana, como os de Taquari, Tramandaí, Santo António da Patrulha e Gravataí. Na capital do Estado, Porto Alegre, exibe-se no Colégio de Nossa Senhora da Glória, na sede campestre da Casa de Portugal e na EXPOINTER, a maior feira agrícola de toda a América do Sul, tendo sido filmado para a RBS TV, canal 12. É recebido pelo Perfeito de Porto Alegre e pelo Governador do Estado Dr. Alceu Collares. Neste ano actua ainda na Moita, Guimarães e Lisboa, no âmbito do FESTINATEL 91, conjuntamente com quarenta e oito Grupos nacionais e catorze estrangeiros.
(...).
Em 1997 desloca-se aos Estados Unidos da América do Norte, Estado de Massachussets onde participa, durante quinze dias, em várias manifestações culturais da diáspora, nomeadamente nas Festas da Santíssima Trindade da cidade de Lowell. Actua em directo para o R.T.P Internacional no programa “Sinais”. Realiza aVI edição da “Festa da Vinha e do Vinho”. Vai à cidade de Évora para participar nas actividades do “Dia de Angra do Heroísmo”, no âmbito do 4º Simpósio Internacional “O Turismo e as Cidades Património Mundial - Desafios e Oportunidades”. Participa no III Congresso da Federação do Folclore Português, evento realizado no Auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra de 26 a 28 do mês de Setembro. Em Outubro inicia o segundo curso de “viola da terra”.
Em 1998 colabora com o Centro de Apoio Tecnológico à Educação, departamento tutelado pela Secretaria Regional da Educação e Assuntos Sociais, na realização de um trabalho para televisão sobre a vida e obra de Vitoriano Nemésio. Organiza a “VII Festa da Vinha e do Vinho” e participa no Festival de Folclore dos Açores, organizado pelo C.O.F.I.T. Inicia o terceiro curso de “viola da terra”.
As actividades correspondentes ao ano de 1999 arrancam com o início do quarto curso de “viola da terra”. Desloca-se ao continente para participar no VIII Festival Nacional de Folclore de Abitureiras, Santarém. No âmbito desta deslocação o Grupo actuou ainda na Nazaré, Rio Maior, Feira Popular de Lisboa e Feira de Artesanato do Estoril. Para Sua Excelência o Senhor Presidente da República Dr. Jorge Sampaio, no âmbito da “presidência aberta” que efectuou nos Açores, o Grupo actuou por duas vezes, sendo a primeira na Praça Velha na cerimónia oficial de recepção e a segunda no Largo de São Bento, dando-lhe as boas vindas numa “tourada à corda” que lhe foi oferecida. Colabora com o Grupo de Teatro “O Teatrinho” nas comemorações da “Semana Garrett”. Participa no desfile de abertura das Sanjoaninas e no monumental cortejo etnográfico.
Em 2000 cria um espectáculo etno-folclórico a que dá o nome de “Festa Redonda”, onde incluí todas as manifestações lúdicas de transmissão oral da cultura popular terceirense ao longo de um ano. Organiza a “IX Festa da Vinha e do Vinho”. Recebe o Grupo Folclórico do Centro de Convívio de Abitureiras que, no âmbito de um protocolo de intercâmbio connosco celebrado, veio participar no Festival de Folclore dos Açores.
Em 2001, o Grupo participa no programa "Atlântida"da RTP Açores, transmitido em directo para todo o mundo pela RTP Internacional; desloca-se ao Continente Português para participar em vários Festivais , dos quais destacamos o “V Festival Internacional de Folclore Cantaréu 2001” em Vila Real. Vai a Espanha, mais concretamente à localidade de Trubia, Oviedo, no Principado das Astúrias, onde realiza uma dezena de exibições em várias cidades Participa no “VII Festival Folclórico Internacional de Trubia” e no “Festival Folclórico Internacional de Corvera.
Em 2002 reinicia o ensino da “Viola-da-Terra” com a abertura do 5ª Curso de formação. A título experimental realiza um curso de “gravura sobre estanho”. Volta a Santarém para participar na “3ª Mostra de Sons e Instrumentos Tradicionais” em mais uma edição de “Sons Autóctones” este ano dedicada à “Voz e Cordas”. Nesta cidade participa ainda num colóquio sob o tema “A voz e as cordas nos instrumentos tradicionais”.
Em 2003 edita um trabalho em CD com o título “Festa Redonda” onde faz uma abordagem aos temas musicais que caracterizam as diferentes épocas festivas que decorrem ao longo de um ano na ilha Terceira. Organiza a “XIIª Festa da Vinha e do Vinho”. Dá início ao 6º curso de “ viola da terra”.

Em 2004, tal como é habitual, inicia as suas actividades com mais um curso de “viola da terra”, desta feita o 7º curso. Actua a bordo a bordo do navio de cruzeiro MINERVA II. Desloca-se a Penacova (distrito de Coimbra) para participar na 5ª edição do “Festitradições de Povos do Mundo – Festival Internacional de Folclore e Artes Tradicionais” representando os Açores neste certame que contou com a presença de 13 grupos nacionais e 4 grupos estrangeiros. É convidado para 2 programas de rádio nos participa: programa O Povo a Cantar da rádio IRIS FM 91.5 de Samora Correia com uma entrevista em directo e passagem do CD “Festa Redonda” e no programa Domingo à Tarde do Rádio Clube de Angra. Participa no 4º. Congresso da Federação do Folclore Português, que decorreu nos dias 27 e 28 no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro.

Em 2005 participa na “1ª Feira de Artesanato e Sabores Tradicionais” no âmbito do XXI Festival Internacional de Folclore dos Açores. Realiza a “XIVª Festa da Vinha e do Vinho” em colaboração com o Museu do Vinho da Casa Agrícola Brum Ltda, da freguesia dos Biscoitos e com o apoio do INATEL. Participa, em Albufeira, no Seminário Internacional de Cultura Popular: “Etnografia: Preservar Passados Presentes” promovido pelo INATEL. No mês de Outubro inicia mais um curso de “viola da terra”. Organiza na sua sede social uma exposição de Presépios onde estiveram patentes representações oriundas dos mais diversos países.

Em 2006, no âmbito das comemorações do seu 40ºAniversário, organiza um bailinho de Carnaval que se exibe ao longo da ilha durante aquela quadra festiva, perfazendo um total de 21 actuações em quatro dias. No dia 1 de Maio leva a efeito a iniciativa: “São Bento Capital do Maio”, evento que procura mobilizar as pessoas para uma tradição, os Maios, que parece desaparecer. Esta iniciativa contou, além da exposição dos Maios, com uma palestra alusiva ao tema. Actua em directo para a emissão especial das Sanjoaninas do programa: “Passeio público” da RDP-Antena 1. Por unanimidade da Assembleia Municipal de Angra do Heroísmo, foi-lhe atribuída a Medalha de Prata de Mérito Cultural do referido município. É declarado Instituição de Utilidade Pública pelo Governo Regional dos Açores.
Em 2007 desloca-se a Romans-sur-Isére, França, a convite da organização do 30ème Festival Internacional de Folklore “Cultures et Traditions du Monde” de Romans-sur-Isère. Desloca-se ainda à cidade de Noyon a convite da Associação "Chants et Danses du Monde" - Comité Organisateur du Festival International de Folklore de Noyon. Nessa região, actua em diversos locais, naquele que terá sido o embrião do futuro “Festival International de Folklore de Noyon”, a realizar pela primeira vez no ano de 2008. Realiza a “XVIª Festa da Vinha e do Vinho” uma vez mais em colaboração com o Museu do Vinho da Casa Agrícola Brum Ltda, da freguesia dos Biscoitos e com o apoio do INATEL. Organiza duas noites temáticas onde estiveram em evidência sabores e costumes da ilha Terceira, que se traduziram no “Dia do Bodo” e a “Noite da Alcatra”.

O Grupo é constituído actualmente por 12 pares de dançarinos, três cantadores, cinco cantadeiras, cinco tocadores de “Viola-da-Terra” e cinco tocadores de “violão”.

É sócio do INATEL e membro da Federação do Folclore Português

Grupo de Baile da Canção Regional Terceirense
 
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SEDE SOCIAL
Grupo de Baile da Canção Regional Terceirense
Ladeira de S.Bento, 59
9700 - 171 Angra do Heroísmo

Telefone: 295216566

E-MAIL
[email protected]

MEMBROS DA DIRECÇÃO
PRESIDENTE
Bruno Bettencourt
Telefones: 295217196-965559221 SECRETÁRIO
António José Borba
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