


Os Sons do Minho são uma banda de música popular portuguesa oriundo de Viana do Castelo, cuja identidade artística está profundamente ligada às tradições musicais do Alto Minho. As concertinas, as cantigas ao desafio, as desgarradas e os temas originais fazem parte de um espetáculo pensado para a proximidade com o público e para o ambiente de festas, romarias e arraiais.
O projeto iniciou o seu percurso em fevereiro de 2010 e foi construindo uma presença própria dentro da música popular portuguesa. A sonoridade do grupo combina as concertinas com outros instrumentos, criando uma formação que cruza a tradição minhota com uma abordagem de palco dinâmica e participativa. Ao longo do percurso, os Sons do Minho apresentaram-se em Portugal e junto das comunidades portuguesas no estrangeiro.
A concertina ocupa um lugar central no universo dos Sons do Minho, mas o repertório não se limita à interpretação instrumental. As cantigas ao desafio e as desgarradas são uma parte importante dos espetáculos, recuperando uma tradição particularmente associada ao Minho e criando momentos de interação entre os músicos e o público.
Esta combinação entre música popular, humor, improvisação e participação do público tornou-se uma das características mais reconhecíveis do grupo. O formato aproxima-se naturalmente do ambiente das festas e romarias minhotas, sem deixar de incorporar temas originais e uma produção de palco própria.
Um dos momentos importantes da trajetória recente dos Sons do Minho aconteceu em 2024, quando o grupo venceu o Prémio Play na categoria Música Ligeira e Popular, na edição de estreia desta categoria, com o tema Recomeçar. O reconhecimento ajudou a reforçar a presença do grupo no panorama nacional da música popular.
Em 2026, os Sons do Minho assinalam 15 anos de carreira, mantendo uma atividade regular de concertos e levando o seu espetáculo a diferentes regiões do país. O grupo continua a apresentar em palco uma seleção dos temas mais conhecidos do seu percurso, muitos deles já acompanhados pelo público.
Entre as atuações de 2026 esteve a participação no Festival da Comida Continente, onde o grupo apresentou o seu espetáculo no Palco Arraial. A programação descreveu os Sons do Minho como uma formação ligada aos temas originais, às desgarradas e à interatividade com o público. ( in:continente.pt)
A dupla formada por Jorge e o Pi assume atualmente um papel central na identidade dos Sons do Minho. Em 2026, os dois músicos continuam a falar da relação com o público como uma das principais forças do projeto, numa fase em que a banda celebra uma década e meia de presença em palcos e festividades. (in: mileniostadium.com)
A ligação dos Sons do Minho aos grandes espetáculos musicais também chegou à televisão. A RTP registou, por exemplo, o programa Sons do Minho – Tertúlia à Desgarrada, realizado no Centro Cultural de Viana do Castelo, num espetáculo que contou com a participação de artistas como Toy, Rosinha, José Malhoa, Sérgio Rossi e Zé Amaro.
(in rtp.pt)
A presença de convidados de diferentes áreas da música popular ajuda a compreender o espaço que os Sons do Minho foram conquistando dentro deste universo: um projeto ligado às tradições minhotas, mas com capacidade para cruzar repertórios, artistas e públicos diferentes.
Com as concertinas, as desgarradas e os temas originais no centro do espetáculo, os Sons do Minho representam uma das formações contemporâneas que continuam a levar a música popular minhota aos palcos portugueses. A sua história reúne tradição e renovação, mantendo uma ligação evidente às festas e romarias, mas também procurando novas formas de apresentar esta música perante públicos de diferentes gerações.
Nesta página reunimos informação sobre os Sons do Minho, o seu percurso, repertório, concertinas, desgarradas, espetáculos e conteúdos históricos, acompanhando também a evolução de um grupo que continua ativo no panorama da música popular portuguesa.
(Resumo)
Oriundos do distrito de Viana do Castelo e com uma banda constituída por oito elementos, o grupo Sons do Minho visa a divulgação e preservação da cultura e da música popular, sendo, atualmente, uma referência nacional deste género musical. Num espectáculo único e dinâmico, desfrute dos temas tradicionais portugueses mais emblemáticos, das cantigas à desgarrada e dos temas originais em bem divertidos desta dupla.
Ao longo da sua carreira, os Sons do Minho editaram vários trabalhos dedicados à música popular portuguesa, às concertinas e às desgarradas. A discografia do grupo inclui gravações de estúdio, registos ao vivo e trabalhos associados ao projeto Tertúlia à Desgarrada.
A partir de 2020, os Sons do Minho passaram também a apresentar diversos temas em formato de single, acompanhando a evolução do repertório e da sonoridade do grupo. Entre esses lançamentos encontram-se Ser Feliz, Vira Vai, Vira Vem, O Malhão É Que Nos Faz Dançar, Recomeçar, Arrebita, Beijo Roubado, Um Beijinho, Boato na Aldeia, Vem Bailar Comigo, Só um Copinho e Ó Meu Povo.
O trabalho 15 Anos, editado em 2025, reúne vários dos singles mais recentes e acrescenta temas inéditos, funcionando também como uma celebração do percurso do grupo desde o início da sua carreira.
O grupo SONS do MINHO, de Viana do Castelo, é constituído por jovens músicos que, desde 2010, baseiam seu repertório em temas originais de cariz tradicional e popular, bem como nas características cantigas ao desafio ou desgarradas.
Ao som característico e tradicional das concertinas, aliam-se a envolvência sonora do piano, a profundidade do baixo, o ritmo da guitarra acústica, a irreverência da bateria e das percussões.
A intensidade dos temas da banda, o tom jocoso implícito nas cantigas ao desafio e a interatividade com o público transformam o seu espetáculo num momento único de alegria e boa disposição, bem à semelhança das festas e romarias do Alto Minho.
O grupo realiza, anualmente, dezenas de concertos em Portugal e junto das comunidades lusófonas. Portugal, Espanha, França, Alemanha, Suíça, Canadá, Estados Unidos da América, Luxemburgo e Brasil são os países onde o SONS do MINHO já apresentaram concertos.
“A Festa é Boa”, editado em CD em Janeiro de 2018, marca o início da Tour 2018 e reúne aquilo que de mais característico e genuíno apresentamos: os temas originais, as desgarradas, a juventude e a irreverência que é também característica dos concertos ao vivo.
A banda tem registado um crescimento anual gradual e prevê que a Tour 2018 seja um ano com inúmeros concertos e em que o grupo apresentará um repertório renovado e algumas novidades de produção e de sonoridades.
Aos amigos e fãs que, organizada e massivamente, nos acompanham… o nosso muito obrigado! Fica a nossa gratidão e a nossa amizade! (…)
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