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Sérgio Rossi é um cantor, compositor e músico português associado à música popular, à música romântica e a sonoridades de influência latina. Com uma carreira iniciada ainda jovem, desenvolveu um percurso artístico marcado pela composição, pelos espetáculos ao vivo e por diferentes fases musicais, desde a música ligeira dos primeiros trabalhos até à aproximação ao universo do sertanejo e da música popular.
Nascido em Lisboa, Sérgio Rossi começou cedo a desenvolver a sua formação musical, aprendendo guitarra e aprofundando posteriormente os conhecimentos de canto e técnica vocal. As influências de artistas portugueses e internacionais contribuíram para a construção de uma identidade própria, que viria a afirmar-se com o lançamento dos primeiros trabalhos discográficos.
O percurso discográfico de Sérgio Rossi começou com “Será Sempre Assim”, trabalho que apresentou uma vertente romântica e latina muito característica da primeira fase da sua carreira. Seguiu-se “Voz da Paixão”, em 2002, consolidando a presença do cantor na música ligeira portuguesa e dando continuidade a um repertório centrado no amor, nas relações e nos sentimentos.
Em 2005 surgiu “Tudo na Vida”, álbum que incluiu temas como “Eu Dava Tudo na Vida”, “Soleá, Soleá” e “Fala com Ela”. Este período marcou também a afirmação de Sérgio Rossi como intérprete e autor, com participação na composição de temas para outros artistas.
O álbum “Romance”, editado em 2009, representa outra etapa importante da carreira de Sérgio Rossi. O trabalho inclui temas como “Mulher Sem Alma”, “Devolve-me a Vida” e “Até que me Esqueças”, mantendo a ligação do cantor à música romântica e às canções de carácter sentimental.
Ao longo desta fase, Sérgio Rossi continuou igualmente a desenvolver a sua atividade enquanto compositor e produtor, alargando a sua intervenção para além da interpretação e colaborando em diferentes projetos musicais.
A partir de 2012, a carreira de Sérgio Rossi entrou numa nova fase com a aproximação ao sertanejo universitário. O tema “Balada Boa” abriu caminho para uma sonoridade diferente, posteriormente reforçada por “És Perigosa”, uma das canções mais associadas a esta etapa do percurso do cantor.
Seguiram-se temas como “Som do Amor”, “Menina Top” e “Filho do Patrão”, consolidando uma vertente mais festiva e dançável da sua música. Esta transformação ajudou a aproximar o repertório de Sérgio Rossi dos ambientes de festas, eventos e espetáculos populares.
Os espetáculos ao vivo ocupam uma parte importante do percurso artístico de Sérgio Rossi. Ao longo da carreira, o cantor apresentou-se em Portugal e junto das comunidades portuguesas no estrangeiro, levando diferentes fases do seu repertório a palcos de vários países. A ligação aos emigrantes portugueses e aos grandes eventos populares continua a fazer parte da história dos seus concertos.
O seu percurso inclui também uma componente ligada à produção e composição musical, mostrando uma atividade artística que ultrapassa a simples interpretação dos seus próprios temas.
A atividade discográfica de Sérgio Rossi prolongou-se para além dos álbuns que marcaram as primeiras fases da carreira. Entre os lançamentos mais recentes encontram-se trabalhos e singles como “A Riqueza Maior”, “A Culpa Vai Morrer Solteira”, “Avião”, “Vagabunda”, “Dá-lhe Baile” e “Coração de Férias”, mostrando a continuidade da sua ligação à música popular e aos formatos de single.
Esta página reúne assim diferentes momentos da carreira de Sérgio Rossi, desde os primeiros trabalhos de música ligeira e romântica até às fases mais populares e dançáveis, passando pela composição, produção musical, concertos e lançamentos mais recentes.
Biografia
O INICÍO DE UMA VIDA
Sérgio Rossi nasceu em Lisboa na Maternidade Alfredo da Costa, no dia 06 de Agosto sob o signo de Leão. Filho de Celeste Sousa e Armindo de Sousa, ambos com vocação para a música nomeadamente na área do fado.
No seio de uma família humilde cedo começou a despertar em si o instinto musical, aos 3 anos já adormecia nas casas de fados deliciado a escutar os seus pais a cantar, bem como nos concertos da consagrada “Girls Band” dos anos 80 “As Doce” do qual a sua Tia e Madrinha de baptismo fazia parte, (a consagrada cantora portuguesa “Ágata”).
A pouco e pouco o instinto e o gosto pela música foram surgindo e depois de tantas influências “caseiras” neste campo, o tal “bichinho” da música lá começou a nascer e a revelar-se numa grande paixão para o pequeno Sérgio.
O COMEÇO DE UM PERCURSO
Não foram precisos mais de nove anos de vida, para Sérgio Rossi começar a tocar os seus primeiros acordes na guitarra e a cantar as suas primeiras melodias.
Os palcos começavam a fazer parte da sua vida passando por diversos festivais infantis incluindo o teatro, onde com apenas 9 anos de idade já encantava plateias.
Aos 13 anos começou a sua formação musical no “Instituto Musical Matono”, onde se aperfeiçoou a tocar o seu instrumento preferido (guitarra) e enriqueceu os seus conhecimentos a nível de leitura para poder finalmente tocar e cantar as suas melodias.
Aos 17 anos começou a cantar e a tocar pelos bares de Lisboa com as chamadas “bandas de garagem”, facto que o levou a adquirir alguma experiência a nível de palco. Nesta altura da sua vida Sérgio foi sofrendo algumas influências de músicos e cantores que admirava como Gary Moore e BB King nos blues e Michael Bolton como seu cantor favorito, entre muitas bandas de Rock dessa altura como Bon Jovi e Europe que seguia e estudava a par e passo . É também nessa altura que começa a estudar canto e técnica vocal na Juventude Musical Portuguesa onde fez 5 anos de formação na área.
OS DISCOS E O COMEÇO DE UMA CARREIRA
Sérgio Rossi é convidado a gravar o seu primeiro disco por uma editora aos 21 anos.
Nessa altura passou por uma fase da sua vida em que sofreu bastantes influências de cantores de renome internacional tais como Luis Miguel , Ricky Martin entre outros. Cantores estes que vieram a ser decisivos na forma como Sérgio define a sua sonoridade quando começou a composição para a gravação do seu primeiro álbum de originais.
“Será sempre assim”
Um “Romântico” de alma e coração com sonoridades “Latinas” bem características de si mesmo , é como surge neste primeiro trabalho e se mantêm na musica ligeira em Portugal até aos dias de hoje.
Com 23 anos chega aos top’s nacionais logo no decorrer da apresentação e promoção do seu primeiro disco “Será sempre assim”, e foi apartir daí, que nasceu mais um fiel “Lutador” da Música Portuguesa.
Passando pelos quatro cantos do mundo onde cantou a sua língua e a sua cultura natal, ao som das suas melodias, Sérgio arrebatou multidões e “partiu corações” tema este, (Coração partido, coração partido) que lhe deu bastante popularidade por todos os locais onde se apresentou.
No Natal de 2001 começa a preparar o lançamento do seu segundo trabalho e pelo meio grava e escreve “Um sonho de Natal” tema que em dueto com “Ágata” se tornou marcante para a música portuguesa e em todos os Natais até aos dias de hoje ainda continua a ser bastante apreciado e escutado .
Em 2002 nasce o seu segundo trabalho discográfico com o nome “Voz da paixão”, título que define a sua forma de estar na vida e na música, revelando uma maior maturidade e um “Crescimento” a todos os níveis.
Assim como os atletas estão para o desporto e treinam diariamente, Sérgio trabalhava e trabalha para tentar evoluir dia após dia na sua arte, e entre aulas de canto, composição e palcos tem vindo a desenvolver as suas capacidades, que cada vez mais se tornam decisivas no desenrolar da sua carreira.
O SONHO COMANDA A VIDA
“Eu respiro música” (Sérgio Rossi) frase que se tornou decisiva e marcante para a sua vida.
E como não há duas sem três, dois anos e meio depois da “Voz da Paixão” e do sucesso alcançado com canções como “A Incondicional” e “Amanhã vai ser tarde demais” (a última foi mesmo a sua primeira canção a ser lançada em Karaoke para o grande público, através da empresa Kantatu).
Surgiu o seu terceiro disco “TUDO NA VIDA”, onde se destacam os Hits “Eu dava tudo na vida pra te ter aqui”, “Solea, Solea” e “Fala com ela” e ainda um grande dueto em Espanhol com Ágata “No me ames”. “Tudo na Vida” é um álbum que espelha a ascensão de Sérgio Rossi como intérprete, autor e cada vez mais um compositor em afirmação nacional, escrevendo canções para ínumeros colegas de profissão e de renome tais como ÁGATA E MARCO PAULO entre muitos outros.
Mais uma vez, o cuidado e qualidade na produção do trabalho não ficou indiferente aos olhos do grande público que, diariamente, pelo Mundo fora lá foi entoando o refrão do seu “Eu Dava tudo na vida (pra te ter aqui)” tornando este terceiro trabalho num álbum onde o reconhecimento e sucesso foram ainda maiores do que no álbum anterior.
CONCERTOS
Em Tour, Sérgio Rossi tem sentido o verdadeiro apreço do público pelo seu trabalho e neste momento as suas digressões já passaram por mais de 16 países. No início de 2007 cantou nas grandes festas de Santo Amaro, na ilha de Santiago em Cabo Verde , Londres(Inglaterra) e logo de seguida uma Tour de quatro concertos pelos Estados Unidos da América, levando assim mais uma vez as suas bonitas melodias aos palcos das grandes comunidades Portuguesas espalhadas por este Mundo.
Por cá, Sérgio Rossi tem vindo a desenvolver-se como produtor musical acrescentando assim mais uma actividade ao seu já conceituado “curriculum”, pois tal como o próprio menciona, “Produzir um novo projecto ou disco é como trazer uma nova vida ao mundo. Só o Público e Deus poderão dizer onde irá parar”.
O sucesso é algo que ninguém prevê e Sérgio acredita que quando se escreve uma canção, esta tem que ser pensada, com verdade e encarada e interpretada com seriedade e honestidade, esperando que algum dia o grande público lhe reconheça este trabalho constante e sempre presente na sua carreira.
Numa altura em que a indústria musical sofre uma grande crise, derivado às facilidades cedidas pela a Internet em fazer chegar os mais variados trabalhos discográficos gratuitamente ao grande público, Sérgio Rossi escreve o tema “DOIS CORAÇÕES PERDIDOS NO AMOR” que lhe valeu o prêmio de dueto do ano “Romântica fm” em 2009. É neste ano mesmo que lança o seu quarto álbum de originais “Romance”.
“Romance” revela um Sérgio Rossi muito mais amadurecido e criativo tanto como cantor, como na sua faceta de autor , com excelentes temas que se tornaram bastante escutados como “Mulher Sem Alma” , “Devolve-me a vida” e “Até que me Esqueças”, este ultimo valeu lhe uma entrada para a tabela de vendas nacional o “top¬+” da RTP, e várias semanas em primeiro lugar nos tops das rádios nacionais , e locais espalhadas pelo mundo fora e no universo musical da nossa diáspora.
Entre muitos discos que Sérgio foi emprestando a sua VOZ como os últimos 4 “Portugal Mix” lançados pelo mundo fora, Sérgio tem vindo a rubricar como músico e Produtor muitos outros trabalhos discográficos até aos dias de hoje.
A LUTA E A PERSEVERANÇA ATÉ AOS DIAS DE HOJE
Dois anos depois de Romance, e mais uma vez, com o maior cuidado e respeito pelo público e fãs, eis que em 2012 Sérgio Rossi chega do Brasil com um tema na bagagem “Balada Boa” e de repente aí se começou a descortinar o inicio da caminhada no trilho do sucesso e reconhecimento na sua carreira, numa completa novidade no panorama musical em Portugal o Sertanejo Universitário marcou a viragem que se revelou acertada na sua identidade musical.
Depois de Balada Boa surge o maior sucesso da sua carreira o tema És Perigosa , mantendo a mesma linha do anterior mas com uma notoriedade “Internacional” este foi o tema que marcou e registou o nome de Sérgio Rossi na realidade musical em Portugal.
Seguiram se “Som do Amor” , “Menina Top” e atulmente o “Filho do Patrão” êxitos que em conjunto com uma equipa de Produção e Composição de renome como Ricardo Landum , João Sanguinheira , Phatt Rob entre muitos outros , têm levado Sérgio Rossi em digressão aos 4 cantos do mundo .
Actualmente a crítica e o público dão cada vez mais força e apoio á forma como Sérgio Rossi vai gerindo “Incondicionalmente” e a sua carreira, o Tema és Perigosa integra também a banda sonora da novela lider de audiências na SIC Mar Salgado e não existe recanto nenhum, onde não se dançe e cante os seus refrões em Portugal .
“Canto a verdade que me vai na alma e nos meus sentimentos” (Sérgio Rossi) é esta verdade e simplicidade que o caracterizam, que têm sido decisivas para que cada vez mais minuto após minuto, Sérgio Rossi seja um nome a fixar na história da música portuguesa.
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