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Quina Barreiros
15 Janeiro, 2018
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Quinzinho de Portugal
11 Janeiro, 2018

Agrupamento Musical

Desde 1980, que os Diapasão existem como grupo de musica portuguesa… Muitos são os sucessos ao longo destas décadas, mais de 20 discos gravados. Sempre tiveram grandes resultados nas vendas dos discos até à era digital, conseguiram várias distinções, entre elas: 1 disco de platina, 1 de ouro e vários de prata. Destacando os sucessos que o povo ouve, lembramos apenas alguns desses temas de top: – Bela Portuguesa, Dá cá, Dá cá, Dá cá,  Eu vou amá-la, Viagem de Postal, etc.

Diapasao

O grupo é actualmente formado por 6 músicos de palco que a seguir apresentamos: António Marante na Voz principal e Guitarras, Manuel Bessa é o Baixista, Jorge Moreira é Guitarrista, o Filipe Rodrigues faz cor e é o teclista, o Armando Mendes é o Baterista, e o Jorge Marante que também é vocalista, faz coros e é percussionista

Diapasão ao vivo

Entrevista Marante

“Nunca mais vai existir uma banda como os Diapasão”

Autor dos êxitos “A Bela Portuguesa”, “Garçon” e “Som de Cristal”, António Marante, músico do Agrupamento Musical Diapasão, lançou uma carreira a solo em 1989. Em entrevista ao Vivacidade, o músico residente em Fânzeres recorda alguns momentos de uma longa vida ligada à música.

Quando começou a sua ligação à música?
Vim para o Porto muito novo, com seis anos. Fiquei a morar em Campanhã e quando acabei a 4ª classe tive vários empregos. Mais tarde, com 15 anos, enveredei por uma carreira no futebol e joguei profissionalmente no SC Salgueiros. Depois fui mobilizado para Angola e só regressei a Portugal em 1972, no dia 16 de maio. Antes de ir para Angola já tinha uma banda e tocava esporadicamente, mas só passei a ser músico profissional em 1991.

O que o levou a dedicar-se profissionalmente à música?
Já não havia compatibilidade para trabalhar e ser músico nas horas livres. Desde 1980 que tocava com os Diapasão e a música já ocupava grande parte do meu tempo.

A banda surgiu em 1980. Fale-nos das origens do grupo…
Mais concretamente no dia 9 de junho de 1980 [risos]. Começamos por gravar numa editora dos Montes Burgos e fizemos sete discos em vinil. O primeiro disco atingiu o maior número de vendas em cassete. Em 1989, surge o convite da editora Vidisco, que ainda hoje é a editora que representamos.

Julgo que nunca mais vai existir uma banda como os Diapasão. Não só pela longevidade mas também pela nossa fidelidade ao estilo musical que praticamos. Foi sempre assim e continuará a ser. Somos conhecidos internacionalmente e já tivemos digressões na Europa e nos Estados Unidos.

A que se deve o sucesso dos Diapasão?
Deve-se ao nosso público. Hoje a indústria da música mudou muito. Nós conseguimos 20 discos de prata, 9 de ouro e um de platina, mas eram outros tempos. Atingimos o disco de platina com 40 mil unidades. Hoje é impensável atingir esse número de discos vendidos.

Há algum concerto que tenha ficado na memória?
Não há espetáculos iguais, mas há espetáculos que nos marcam. A Queima das Fitas de Coimbra e a Queima das Fitas do Porto foram especiais para nós. Nunca nos imaginamos a tocar nesse tipo de eventos.

O que leva o Marante a lançar uma carreira a solo?
Em 1989, decidi lançar-me a solo, tal como outros elementos dos Diapasão. Queria fazer a solo aquilo que não poderia fazer na banda. Sei que todos os meus discos a solo são diferentes do trabalho dos Diapasão, mas tinha essa necessidade criativa. Assim surgiram temas como “Garçon” e “Som de Cristal”, que me trouxeram uma notoriedade que eu não tinha. Hoje sou praticamente obrigado a cantar essas músicas em todos os concertos que dou.

Os concertos dos Diapasão e do Marante são conhecidos pela duração. O que vos leva a continuar a tocar?
Por norma tentamos galvanizar ao máximo o nosso público. Quando vemos que as pessoas estão a gostar tentamos dar mais um pouco de nós. É certo que tudo tem um fim, mas procuramos não defraudar ninguém. Queremos que os espetáculos acabem sempre bem.

Quantos concertos realiza durante o ano?
É sempre relativo, mas posso dizer que já fiz 180 num ano. Nos últimos anos, as comissões de festas e as autarquias têm algumas dificuldades para realizar festas e romarias. Cada vez existem menos festas populares porque as comissões de festas tendem a acabar. Além disso, tocamos sempre na França, em Luxemburgo, na Alemanha e nos Estados Unidos.

Levam sempre um pouco de Portugal às comunidades portuguesas?
Claro que sim. Essa é a nossa principal missão. Procuramos sempre levar o que as pessoas estão habituadas a ouvir.

Sente que a música popular portuguesa é desconsiderada?
Por vezes sim, mas o grande juiz é sempre o público. No entanto, acho que as televisões deveriam ter mais cuidado com a música que passam, mas não julgo nem critico ninguém.

Há quantos anos reside em Gondomar?
Vivo em Gondomar há mais de 20 anos. Sinto-me bem aqui e vi Gondomar crescer. Fico contente porque o concelho tem hoje outras possibilidades de crescimento.

Já atuou nas Festas do Concelho. Gostaria de repetir esse feito?
Estou disponível para isso, mas só vou onde me convidam. O Rosário é uma das festas mais importantes do Norte do país e é sempre um orgulho atuar em Gondomar.

Vai atuar em Baguim, nas Festas a São Brás…
Sim, é o meu próximo concerto. Tenho uma surpresa preparada, mas não posso revelar [risos]. Depois vou para a França, em fevereiro, e entretanto começa a época de concertos.

(in VIVA CIDADE . Jan.2017)

Musicas dos Diapasão

 

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