Diamantina

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Calema
14 Maio, 2018
Os Quatro e Meia
28 Abril, 2018

Diamantina

Diamantina não é, de todo, uma estreante no panorama musical português. Há já 24 anos que fez dos palcos grande parte da sua vida. Iniciou-se na música ligeira e foi esse o caminho que percorreu durante quase 10 anos. Depois cresceu… mudou… e a dada altura, o caminho que escolhera já não a preenchia… cada espetáculo já não lhe trazia a alegria de que necessitava para continuar e desistiu… decidiu abraçar apenas a sua carreira no ensino, como professora de Matemática e Ciências Naturais. Mas quis o destino que se cruzasse com o fado e por ele se apaixonasse, fazendo com que os palcos regressassem então à sua vida. Desta paixão resultou um primeiro disco gravado em 2003 e apadrinhado por D. Vicente da Câmara e João Ferreira Rosa. Desde então, foram inúmeras as atuações que fez, quer em coletividades, casas de fado, eventos privados, televisões e palcos do país e do mundo. Mas ao longo de todo este tempo, Diamantina cresceu… mudou… e a dada altura o primeiro disco que gravou em nada lhe faz lembrar a fadista em que se tornou. Nasce então uma ideia, um conceito, uma vontade de passar a sua nova identidade no fado. Neste novo disco está pois uma grande parte de si porque representa, também, uma grande parte da sua história no fado. É o seu TRIBUTO àqueles que foram os seus mestres; àqueles que lhe mostraram o seu caminho; os que lhe fizeram efetivamente compreender isto mesmo: que o fado é um caminho que não tem sentido único, que não obedece a regras rígidas ou estereótipos. Cada um, na sua individualidade, encontra o seu caminho e a sua forma de expressão. Ela encontrou o seu no meio de vozes roucas, graves, fortes e cheias de personalidade, curiosamente, no universo masculino do fado. É com as suas interpretações que mais se identifica e onde pousa, sobremaneira, os seus ouvidos e a sua alma de cada vez que os ouve. Foram precisos quase dez anos para encontrar esse caminho e, quase mais cinco a idealizar este projeto. Neste disco podem ouvir-se criações de alguns dos mais emblemáticos fadistas, todos eles já, fisicamente, desaparecidos e, no lugar das usuais letras das canções, podem ler-se biografias e observar-se lindíssimas aguarelas de cada um dos fadistas homenageados. Sem qualquer pretensão de maior, Diamantina gostaria com este disco, de dar o seu CONTRIBUTO na continuidade da história do fado, espicaçando a curiosidade de alguns novos amantes desta expressão e levando-os, quem sabe, a ouvir e/ou procurar saber mais sobre aqueles que foram (e sempre serão) alguns dos maiores alicerces desta bonita história que hoje vivemos.

Para ajudá-la a concretizar este projeto, cujo conceito foi totalmente idealizado por si, Diamantina contou com a colaboração de vários amigos que, com os seus enormes talentos, tornaram este projeto melhor do que poderia ter imaginado.
Treze anos depois do seu primeiro disco, aqui está o novo cd de Diamantina… COM (TRIBUTO)… (in Pais Real)

Neste disco podem ouvir-se criações de alguns dos mais emblemáticos fadistas, todos eles já, fisicamente, desaparecidos e, no lugar das usuais letras das canções, podem ler-se biografias e observar-se lindíssimas aguarelas de cada um dos fadistas homenageados. Sem qualquer pretensão de maior, Diamantina gostaria com este disco, de dar o seu CONTRIBUTO na continuidade da história do fado, espicaçando a curiosidade de alguns novos amantes desta expressão e levando-os, quem sabe, a ouvir e/ou procurar saber mais sobre aqueles que foram (e sempre serão) alguns dos maiores alicerces desta bonita história que hoje vivemos.

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Diamantina Rodrigues

Diamantina Rodrigues nasceu em 1975 no Alto Douro, Peso da Régua, mas foi ainda com poucos meses que a vida a levou para a margem sul do Tejo, concelho do Seixal, onde ainda hoje vive.
Em 1999 licenciou-se em Ensino de Matemática e Ciências da Natureza e durante 7 anos a docência foi a sua principal actividade.
Cresceu num ambiente familiar recheado de música e foi exatamente através da música que desenvolveu um enorme gosto pela nossa língua e que descobriu a importância das palavras.
Desde os 17 anos que desenvolve, paralelamente aos estudos e profissão principal, a atividade de cantora sendo que nos últimos 10 anos, e no que à música diz respeito, se dedicou única e exclusivamente ao fado (área onde descobriu o valor maior das palavras)
Entre 2008 e 2012 foi também apresentadora de televisão na RTP.

Diamantina (Fado) - Foi na Travessa da Palha

Boa noite, solidão - Diamantina, Fadista

Diamantina Rodrigues Entrevista à VIP

Diamantina Rodrigues