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Luísa Sobral
27 Março, 2016
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Dengaz
13 Março, 2016

Salto

A vida de um músico pode nascer de várias formas. Os Salto tiveram a sorte de nascer na mesma família e de, desde cedo, terem vivido a música em conjunto. Os primos portuenses Guilherme Tomé Ribeiro e Luís Montenegro rapidamente perceberam que juntos poderiam ser uma banda e, em 2006, pisam o palco pela primeira vez. Em 2012, editam a primeira longa-duração. Em 2014, os Salto, a quem se juntam agora Tito Romão e Filipe Louro, revelam-nos parte do resultado destes últimos dois anos repartidos entre o estúdio, a sala de ensaios e os cerca de 70 concertos que os fizeram passar por vários palcos nacionais. Considerados uma das grandes revelações da nova música portuguesa, os Salto apresentaram no final de outubro “Lagostas”, o segundo single do novo álbum que chegou às lojas no início de 2016. (IN)

Os Salto

Membros da banda
Gui Tomé Ribeiro
Luís Montenegro
Tito Romão
Filipe Louro

Videos Salto

Lista de reprodução do Youtube

 

(outros vídeos)

Salto – Lagostas

Realização: Salto
Direcção e edição: Luís Montenegro
Agradecimentos:
André Tentugal, Bernardo Cerqueira, Beatriz Prista Leão, Duarte Melo Ribeiro, Inês Pinto Machado, João Providência. Lourenço Providência, Mário Bock, , Maria Ferreira da Silva, Martim Magalhães, Rodrigo Andrade e Sousa, Sara Steege, Tomás Archer,

Salto – Um ano em Tour

Realizado e editado por Mário Bock

“Em 2015 os Salto percorreram o país com a tour “Mar Inteiro” a experimentar as músicas que fariam parte do segundo álbum “Passeio das Virtudes”, lançado em Janeiro de 2016.

O ano que antecedeu o lançamento do mais recente álbum da banda foi registado em vídeo pelo realizador Mário Bock, que acompanhou os Salto na estrada, no estúdio e na sala de ensaios. O resultado é a compilação de todos estes momentos ao longo de 7 capítulos e 8 músicas gravadas ao vivo no concerto que teve lugar no Teatro Rivoli no Porto. O alinhamento inclui músicas que fazem parte no 2º registo dos Salto, como “Mar Inteiro” e “Passeio das Virtudes” e também músicas do Ep “Beat Oven” como “Can’t you see me”. ”

Salto – Queimo as Mãos pelo Futuro

Salto – Sonic (Lv.1)

18/07/2014

Entrevista Salto

 

ENTREVISTA AOS SALTO, BANDA PORTUGUESA [BANDA FUSING]

São poucos os jovens que não conhecem os Salto, mas também começam a ser menos os graúdos que nunca ouviram falar destes jovens. Se o Google não é muito amigo quando pesquisamos por “Salto”, já o Youtube é óptimo para quem não os conhece, com muito para ouvir por lá. Já os vi ao vivo umas quantas vezes e uma certeza consigo dar-vos: estes rapazes sabem como dar um bom espectáculo e fazer-nos sair de lá com dores nas pernas de tanto… saltar! Sim, é verdade! Para além do nome ficar no ouvido, como um dos seus amigos lhes disse, a verdade é que também a sua música inspira a movimento, a alegria e, arrisco-me a dizer, principalmente a Verão! O que coincide na perfeição com a sua actuação, daqui a menos de um mês, no Fusing Culture Experience onde vão estar a fazer-nos pular. Assim, entre aulas de surf e comida gourmet, poderemos encontrá-los pelo recinto no dia 15 de Agosto. Entretanto, deixo-vos as respostas às perguntas que fiz ao Guilherme e ao Luís – muito obrigado! Vemo-nos pelo Fusing!

O que é que aos 17 anos, quando formaram a banda, já queriam para os Salto?
Aos 17 anos queríamos tocar música e não pensávamos em muito mais do que isso. Depois, com o convite dos Azeitonas para fazer a primeira parte do concerto de encerramento de tour no Teatro Sá da Bandeira, tornámo-nos os Salto

Porquê esse nome?
A história até tem alguma piada. Quando fomos convidados pelos Azeitonas para fazer a primeira parte do concerto no Teatro Sá da Bandeira, éramos nada mais nada menos que os “Guilherme Ribeiro e Luís Montenegro”, algo que soava um bocado a “Marcelo e Lucas” a dupla de Sertanejo mais aclamada do Brasil. Nessa altura, os próprios Azeitonas sugeriram que era “mais fixe” aparecer um nome de uma banda nos bilhetes e não o nosso nome. Foi então, que um amigo nosso, o Paulo, nos sugeriu o nome Salto. Dizia ele: “É um nome que fica na cabeça, que é fácil de dizer, que sugere uma imagem/acção e, a melhor de todas, resulta bem graficamente”. Só se esqueceu é da parte da pesquisa no Google mas de resto…ehehehhe!

Desde que surgiram os Salto, em 2007, passaram-se 6 anos até o lançamento do primeiro álbum. Foi um percurso difícil?
Foi um percurso que teve as suas dificuldades e os seus altos e baixos. É natural que assim seja. As dificuldades estavam mais na procura de algo que musicalmente nos identificássemos e essa procura durou até lançarmos o álbum. Agora vemo-nos noutra procura, por algo com que nos identifiquemos ainda mais para este segundo álbum.

E agora que passou mais um ano, qual é o balanço?
O balanço é muito positivo. Demos bastantes concertos, crescemos como banda e, antes de lançarmos o segundo álbum, lançámos o “Beat Oven#01”. Não temos parado e a vontade é mesmo essa, de não parar, o que é muito bom.

Também costumam actuar como DJSET. Como surgiu a ideia e o que é que vos permite explorar que com Live Set não conseguem?
É totalmente diferente, principalmente porque num DJSET, “tocamos” muita música que não é dos Salto. É uma óptima maneira de também mostrarmos aquilo que andamos a ouvir e que nos inspira. A ideia de fazermos DJSETs surgiu por pedidos que recebemos e dissemos “Porque não?”

De onde vem a inspiração para as vossas letras? São vocês que as escrevem?
As letras são escritas por nós, sim. É um trabalho feito em conjunto que mistura ideias dos dois. O que nos inspira é sobretudo o dia-a-dia e as vivências de cada um.

Existe a intenção de atingirem um público-alvo específico? De levarem uma mensagem a quem vos ouve? Que história é que nos é contada pelo vosso disco homónimo?
Existe a intenção de querermos que ouçam a nossa música, não a fazemos só para nós. Embora não pensemos num público específico, é normal que vá de encontro a uma faixa etária mais jovem, embora já tenhamos tido algumas surpresas com miúdos bastante mais novos que nós e pessoas bastante mais velhas nos nossos concertos. A mensagem não é uma só mas várias e normalmente positivas.

Muitas bandas optam por cantar em inglês, muitas vezes pensando na internacionalização. A vossa escolha foi manterem-se fiéis à vossa língua. Acham que o facto de cantarem em português pode ser uma barreira ou nesse aspecto acham que é indiferente em que língua cantam?
Independentemente da língua em que cantas a música tem que ser boa. A língua portuguesa é aquela em que nos expressamos melhor, é a nossa língua, por isso só fazia sentido cantar em português. A língua portuguesa é falada por milhões de pessoas no mundo por isso a internacionalização é sempre possível.

Concertos é coisa que não vos faltam, onde é que gostaram mais de actuar até hoje e porquê?
É difícil fazer uma escolha do melhor. Temos sido muito bem recebidos nos concertos que temos dado. É incrível a sensação de tocares a Km’s de casa e haver pessoas que conhecem as tuas músicas e que as cantam do principio ao fim. Percebe-se porque é que as bandas internacionais dizem que o público português é dos melhores do mundo.

Este Verão vão actuar ao Fusing, um festival único em Portugal que junta Música, Gastronomia, Desportos Náuticos e Arte Urbana. Quais as expectativas para este concerto em plena praia?
As expectativas são muito grandes. Temos muita vontade de estar neste festival que aponta para vertentes tão interessantes e ainda por cima na praia. É um festival único e que tenta chegar a todos. Vamos estar muito bem acompanhados no nosso dia. Capitão Fausto, Octa Push, Peixe:Avião, entre muitos outros. Vai ser uma grande festa.

Vão usufruir do que o festival tem para oferecer ou a agenda já está preenchida para esses dias?
No nosso dia de certeza que vamos usufruir. Queremos provar iguarias gourmet e ter aulas de surf! Nos restantes dias ainda não sabemos se vamos conseguir estar no festival.

São poucos os festivais que se enchem de nomes portugueses como o Fusing. Acham que fazem falta mais festivais assim? Ou valorizam mais os concertos isolados?
Acho que não nos compete a nós dizer se faz falta o público querer ouvir música portuguesa. Uma coisa é certa, nos últimos anos, a tendência para as pessoas a quererem ouvir tem vindo a aumentar muito. Daí resulta que os festivais e quem organiza concertos em Portugal queiram satisfazer o que o público pede e apostem nas bandas portuguesas

Que projectos é que têm em mente para um futuro próximo e para quando um novo álbum dos Salto?
Os projectos são sempre fazer música! Estamos a preparar o segundo álbum e trabalhar todos os dias para termos pronto. Não falta muito para começarem a ouvir música nova. Entretanto lançamos o “Beat Oven” que também terá a sua continuidade.

Salto – Deixar Cair

Publicado a 10/05/2012
“Deixar cair” é o cartão de visita do seu álbum de estreia, uma edição da Norte Sul em parceria com a Amor Fúria, que conta com a produção de New Max (Expensive Soul) e que brevemente chegará às lojas.
Enquanto isso não acontece, os Salto convidam-nos a dançar freneticamente ao som dessa deliciosa canção, “Deixar Cair”,que será o single de apresentação da banda.

Realização – André Tentugal
Produção – Cimbalino Filmes

Um enorme agradecimento às 43 pessoas que encarnaram as personagens deste vídeo

Luis Guerra
Teresa Lobo Nazareth
Filipa Matos
Francisco Viterbo
Benedita Côrte-Real Trigo
Maria Sousa Otto
Tito Romão
Cristiana Oliveira
Vasco Vieira
Bolota
Beatriz Pacheco
Gonçalo Mendonça
Marta Ren
Luís Pedro Cardoso
Tomás Magalhães
Martim Magalhães
Bárbara Moreira
Manequim
Maria Furtado
Tó luis
Sofia Mendonça
Tomás Vieira
Nuno Botte
Manu Idhra
Mimi Montenegro
Bernardo Santarém
Pedro Alves
Catarina Braga
Madu
Chica Sousa Guedes
Marta Fonseca
Inês Loureiro
Sara Pontes
Raquel Pontes
Lourenço Magalhães
Ines Sá Couto
Joana Tomé Ribeiro
Matilde Alhinho
Nuno Sarmento
João Escudero
Diogo Boissel
Rita Afonso
Mariana Santos

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