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Suzy
19 Janeiro, 2018
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Cuca Roseta
18 Janeiro, 2018

Miguel Araújo nasceu nasceu no Porto em 1978.

Em Maio de 2012 foi lançado o seu 1º álbum em nome próprio, “Cinco Dias e Meio” (EMI).

Depois de vários anos ligado à música como criador, músico e autor dos Azeitonas, um dos mais entusiasmantes fenómenos de culto da atual pop portuguesa (“Anda Comigo ver os Aviões”, “Quem és tu Miúda”, etc.), autor de composições para outros artistas (António Zambujo, Ana Moura), parceiro de Nuno Markl (banda sonora do espetáculo “Como desenhar Mulheres, Motas e Cavalos, composição do genérico da sitcom ” Rádio Calipso”) e de João Só (“Mendes e João Só”, Optimus Discos),
Miguel Araújo estreia-se em nome próprio cantando, compondo, escrevendo, tocando todos os instrumentos e produzindo este disco de estreia, aclamado pelos seus pares, pela crítica e pelo público.

O 1º single, “Os Maridos das Outras” transformou-se rapidamente numa das músicas com mais airplay do ano.

O álbum entrou diretamente para o top dos mais vendidos em Portugal, onde tem permanecido com regularidade.

In site oficial Miguel Araújo

Uma das mentes mais brilhantes da canção pop-rock portuguesa”. Time Out

“Um dos melhores fabricantes de canções que o país viu surgir este século”. Expresso

“Miguel Araújo: Não há muitos assim” Público

“Um dos maiores artistas portugueses” Jornal de Notícias

Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração. É hoje considerado, já, um dos grande nomes da música portuguesa, destacando-se como compositor, letrista, cantor e músico, sendo bem sucedido em cada uma destas vertentes que compõe a sua multi-facetada e eclética carreira. São já muitas as canções da sua autoria, cantadas por si e por outros (Azeitonas, dos quais faz parte, António Zambujo, Ana Moura, Carminho) que fazem parte do espólio das grandes canções populares portuguesas deste século.

– Canções de sua autoria nomeadas para “melhor canção do ano” nas galas dos Globos de Ouro dos últimos anos:
(“Maridos das Outras” em 2013, a solo; “Ray-dee-oh” em 2014, com os Azeitonas; “O Pica do Sete” em 2015, interpretada por António Zambujo”, esta última tendo arrecadado o prémio.)
– Álbuns editados a solo: “Cinco Dias e Meio” (EMI, Maio de 2012, Disco de Ouro), “Crónicas da Cidade Grande” (Warner Music, Abril de 2014, Disco de Ouro) e “Cidade Grande Ao Vivo (no Coliseu do Porto)” (Warner Music, Dezembro de 2015)
– Várias nomeações: Prémios Sociedade Portuguesa de Autores 2102 (melhor canção do ano para “Os Maridos das Outras”; Gala “melhores do ano da RTP”; Globos de Ouro 2013 (melhor cançao e melhor interprete individual), Prémios LUX 2012 (“personalidade masculina do ano); Globos de Ouro 2014 (como membro dos Azeitonas e autor da canção “Ray-dee-oh”, nomeados para “melhor banda” e “melhor canção do ano”); “cinco dias e meio” foi considerado um dos álbuns do ano pela redacção da revista Blitz e “crónicas da cidade grande” foi considerado o melhor álbum português do semestre, em Junho de 2014, pelos leitores da revista Blitz.
– Composições de sua autoria (letra e música) gravadas por outros artistas: “Reader´s Digest” (António Zambujo, álbum “Guia”, 2010). “O que é feito Dela?” (António Zambujo, álbum “Quinto”, 2012); “O Pica do 7” (António Zambujo, álbum “Rua da Emenda, 2014); “E Tu Gostavas de Mim” (Ana Moura, disco “Desfado”, 2012); “Ventura” (Carminho, álbum “Canto, 2014”); “Fado Dançado” (Ana Moura, disco “Moura, 2015”)
– Membro fundador, guitarrista e compositor dos Azeitonas (“Quem és tu miúda”, “Anda comigo ver os aviões”, Ray-dee-oh”, etc.
– Autor das canções do monólogo “Como Desenhar Mulheres, Motas e Cavalos”, de Nuno Markl
– Participação especial no álbum “Grande medo do pequeno mundo”, de 2012, de Samuel Úria
– Estreou-se a solo no Coliseu do Porto em Novembro de 2014. O Espectáculo esgotou com semanas de antecedência e deu origem ao álbum “Cidade Grande ao Vivo” (2015)
– A canção “Pica do Sete”, de sua autoria (letra e música) foi galardoada com o Globo de Ouro de “Melhor Canção do Ano” na edição de 2015 dos Globos de Ouro. António Zambujo, o intérprete, partilhou o Globo com o autor, num gesto que marcou o evento.

Encontra-se neste momento a compôr para cinema, a escrever novas canções e a preparar, em conjunto com António Zambujo, a mais longa temporada de concertos de sala na história da música portuguesa: 15 datas totalmente esgotadas nos Coliseus do Porto e de Lisboa, entre Fevereiro e Março de 2016.

OPINIÕES

Nuno Markl: “A palavra “génio” é atirada para trás e para a frente de uma forma a modos que bastarda, mas no caso do Miguel serve-lhe que nem uma luva. Este rapaz, apesar do sucesso dos Azeitonas, tem-se mantido como um dos segredos mais bem guardados da música portuguesa e está na altura de deixar de o ser.”

António-Pedro Vasconcelos: “Miguel Araújo surpreende-nos com Cinco dias e meio, um CD que prolonga a tradição de Sérgio Godinho, Rui Veloso e Jorge Palma e não a deixa morrer. (…) As letras lembram, por vezes, O’Neill, via Sérgio Godinho, outro malabarista da língua, Carlos Tê, porque muitas delas são pequenos sketchs, Jorge Palma pelo lirismo anarca – e não é pouco ser herdeiro de tão rica herança. ‘Os maridos das outras’, o tema mais ‘orelhudo’, é brilhante, mas eu escolheria ‘Fizz Limão’ se quisesse ilustrar o que este CD representa: o testemunho de uma geração sem fé, mas que insiste em não se deixar morrer.”

Ana Moura: “O Miguel Araujo é um dos compositores mais interessantes da nova geração. Tem a rara capacidade de nos saber radiografar enquanto povo. As histórias dos seus temas são sempre fiéis retratos das nossas características e fragilidades (…) Tenho a enorme alegria de estar recentemente a colaborar com ele e sinto-me privilegiada por isso.”

Rui Veloso: “Desde que o conheço acho que sempre vi o talento nato que ali está. Quero trabalhar com ele no meu próximo de originais, já falámos disso, daí se pode ver o apreço que tenho pelo talento do Miguel, um dos que vieram das novas gerações, pra ficar, felizmente.. “

Luísa Sobral: “O Miguel Araújo Jorge é, na minha opinião, um dos melhores compositores portugueses do momento. Os seus personagens são complexos e fascinantes, fazem-nos entrar nas canções e querer também nós fazer parte daquelas historias.”

Pedro da Silva Martins (Deolinda:) “Na tradição dos melhores escritores de canções em português, Miguel Araújo é já um nome a ter em conta. (…) O Miguel contar uma boa história na perfeição, com a destreza e sensibilidade dos mestres. Por tudo isto, não é possível falar do momento actual da canção feita em Portugal sem mencionar o seu nome e o seu já vasto e reconhecido trabalho.”

João Só: “(…) Ninguém canta histórias como ele, e não são todos que pegam nas coisas mais vulgares e lhes dão twists geniais. Cada vez que o oiço tenho a sensação que ele vai cá ficar por muito tempo (…) O talento do Miguel Araújo não é deste mundo. Aproveitem-no bem.”

Samuel Úria: “Provavelmente, o melhor fazedor de melodias em Portugal. Fareja a canção pop perfeita como se fosse uma coisa óbvia, como se estivesse à mão de semear. Só que não está – excepto para o Miguel, e para esses muito poucos que nasceram com tão injusto talento. (…) Quando começamos a elogiar a escrita de canções quase nos esquecemos da voz extraordinária, ou de que se trata dum instrumentista assombroso. Devíamos era mesmo esquecer. Açambarcar desta maneira é uma monumental injustiça.”

CINCO DIAS E MEIO

Nuno Pacheco (Público, 18.05.2012): “Quem começar por “Os maridos das outras” ou Reader’s Digest (um achado, a que Zambujo já deu voz) não largará o disco até ao fim. E voltará a ele, mais vezes. Se nunca ouviram falar neste nome, fixem-no: Miguel Araújo”. Não há muitos assim”.

Jorge Manuel Lopes (Expresso, 18.05.2012): “Em 2012, e com a chegada de ‘Cinco Dias e Meio’, é notório que Miguel Araújo se tornou um dos melhores fabricantes de canções que o país viu surgir este século”.

João Miguel Tavares (Time Out, 30.05.2012): “São 11 canções de alta qualidade, num disco integralmente tocado por si e que tem um single em potência em cada faixa (…) Desde os Deolinda que não se ouvia nada de tão bom com pinta de poder chegar a tanta gente. Obrigatório.”

João Gobern (Correio da Manhã, 26.05.2012): “Recomendado, para todas as idades, sem limites”.

Miguel Azevedo (Correio da Manhã, 26.05.2012): “O músico lança-se a solo com um disco gravado em cinco dias e meio e que se arrisca a ser o álbum do ano”.

Luis Guerra (Blitz, Junho de 2012): “Qualquer aspirante a intérprete na língua de Sérgio Godinho sabe que não basta ser afinado para merecer vénias. Miguel Araújo é um “três em um”: sabe escrever, sabe compor, sabe cantar.”

CRÓNICAS DA CIDADE GRANDE

– Entrada directa para o 1º lugar do iTunes
– Entrada para o top 10 do Spotify
– Entrada directa para o 2º lugar do Top Nacional de vendas
– Eleito o melhor álbum de 2104 até agora pelos leitores da revista “Blitz”
– 1º lugar no “Top dos Mais Vistos”, o “ranking” que mede a notoriedade mediática dos artistas portugueses, publicado semanalmente
pela revista “Blitz” (fonte: consultora “Cision”. Objecto de análise: todas as notícias veiculadas no espaço editorial português, em mais de 2000 meios de comunicação social. Periodo: semana de 25 de Abril a 2 de Maio)
– Permanência constante do single “Balada Astral” no top da rádio líder em Portugal, o “TNT” da Rádio Comercial, que mede as preferências dos ouvintes, tendo atingido por diversas vezes o 1º lugar.

Gonçalo Frota (Público, Abril de 2014): “(…) seguir os melhores pode dar bom resultado, desde que se saiba o que fazer disso. E Miguel Araújo sabe. Não haverá hoje muitas vozes autorais na música pop portuguesa capazes deste exercício frágil de juntar voz e guitarras em canções que se esquivam à vulgaridade, ao mesmo tempo que não tentam mascarar-se com extravagâncias de enganar qualquer olho e ouvidos treinados.
(…) Brincar aos melhores, como escrevíamos acima, é perigoso. É preciso ter mão certeira e graciosidade para extrair daí um disco tão aparentemente simples e cativante quanto este Crónicas da Cidade Grande”
(4 estrelas em 5)

Luís Guerra (Expresso, Abril de 2014): “Miguel Araújo é astuto e pinta o cenário com primor (…). Um belo álbum, danado de melancolia.”
(4 estrelas em 5.)

Jorge Lopes (Time Out, Maio de 2014): “…gente pelo mundo jurará que estas canções pop, de melodias com cores bem definidas mas de cabeça zonza, curvilíneas mas esculpidas na pedra, falam para si, e só para si.” Jorge Lopes

Filomena Abreu (Jornal de Notícias, Dezembro de 2015): “um trabalho que ajudou a vingar o nome de Miguel Araújo como um dos maiores artistas portugueses”

in Facebook Oficial

Miguel Araújo - Giesta (2017) (ÁLBUM COMPLETO)

Miguel Araújo no Coliseu do Porto 2014 (concerto completo)

Miguel Araújo, Fizz Limão

Miguel Araújo, Marido das outras

Miguel Araújo, Balada astral (com Inês Viterbo)

António Zambujo e Miguel Araújo - No Rancho Fundo (Coliseu do Porto) OFICIAL

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