Os artistas nacionais a ter em atenção em 2014

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Os artistas nacionais a ter em atenção em 2014

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São jovens e talentosos, todos eles músicos com um objetivo comum: seguir um sonho de infância com sucesso. Fomos ao encontro de 8 artistas nacionais que considerámos ter tudo para dar certo no mundo da música, porque ‘quem acredita, sempre alcança!’.

Conteúdo produzido por alunos da cadeira de Comunicação Digital do curso de Comunicação Social e Cultural da Universidade Católica Portuguesa, ao abrigo do protocolo entre a Universidade e o MSN Portugal. Este artigo foi produzido por Francisca Gigante, Francisco Troufa Real, Inês Eugénio de Almeida, Maria do Carmo Robles Machado, Mariana Cruz Ferreira, Patrícia Sampaio Nunes e Sara Malato.

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Os Capitão Fausto eram inicialmente um grupo de amigos, sem qualquer experiência em música antes de se tornarem uma banda. Começaram a “aprender do zero” e a tocar juntos em algumas bandas. Capitão Fausto foi a última e começou por volta de 2010, mas apenas em Novembro de 2011 lançaram o seu primeiro disco. Foi a partir dessa altura que as coisas ficaram mais sérias, pois já tocavam em concertos e tinham um álbum à venda e como o próprio baixista dos Capitão Fausto, Domingos Coimbra afirma “é simples, somos um grupo de amigos que começou a tocar”.

Para Domingos, os concertos são o ponto alto da banda, que tocaram não só pelo país inteiro mas também em festivais como o Optimus Alive, Super Bock Super Rock e Paredes de Coura. Domingos afirma ainda que sente que “há pessoas que sabem quem somos e têm vindo a crescer, conseguimos chegar a mais pessoas do que estávamos à espera”. Domingos conta que acredita que o seu último álbum Gazela, foi bem recebido o que é bastante muito positivo para a banda.Em 2014 os seus objetivos passam por lançar o novo álbum, “Pesar o Sol” que sai já em Janeiro, continuar a dar concertos pelo país e compor mais álbuns, que como o próprio baixista afirma “se tudo correr bem seria um por ano!”.

Quando questionamos acerca dos seus sonhos, Domingos responde brincando que seria fazer uma “digressão pelo Sistema Solar”, enfatizando que nem o céu é o limite para este grupo de amigos.

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Os D.A.M.A começaram há alguns anos por intermédio de Miguel Coimbra e de Kasha, que “juntaram a sua paixão pela música e pela escrita à sua amizade” e decidiram criar uma banda em conjunto, na altura com um elemento feminino, que, uns anos mais tarde, abandonou o projeto e deu a entrada de Miguel Cristovinho já conhecido da banda de alguns concertos e músicas.

Relativamente ao que já alcançaram, Miguel Cristovinho revela que “é difícil de definir, para nós tudo o que tem acontecido, tem sido um reconhecer do nosso trabalho por parte de quem nos ouve, e isso deixa-nos muito felizes”. Desde os seus concertos que começaram em garagens, que depois passaram para festivais como o Sudoeste TMN, à associação com a atual agência (Glam), têm sido passos que tiveram muito orgulho em dar, sem nunca se esquecerem do que os move é a paixão pela música.

Quanto aos objetivos para 2014, os D.A.M.A pretendem lançar novas músicas, de forma a mostrar quem realmente são “através da nossa música e acima de tudo a proporcionar bons momentos de vida às pessoas”Relativamente aos seus sonhos, querem crescer como músicos e chegar o mais longe possível no grande palco que é a música portuguesa.

+++++++++++++++++ Francisca Costa Gomes começou em 2009, depois de concorrer ao concurso Ídolos com apenas 17 anos de idade. Apesar de não ter passado da primeira fase do programa da SIC, começou a ser convidada a cantar em bares, restaurante e discotecas. Um ano depois entrou na Operação Triunfo, ficou nos primeiros 30 classificados onde percebeu que “cantar em concursos não era o melhor para mim, não controlo o ‘stress’ e a voz não me sai mesmo quando canto a correr!”, a cantora revela.

Desde aí começou a cantar em vários locais de Portugal, desenvolveu músicas originais compostas e escritas por si, e espera lançar um CD em breve. Conta que em 2013 esteve “mais afastada da música por causa da faculdade e por motivos pessoais”.

No entanto, em 2014, espera retomar os seus concertos, escrever mais músicas e acabar o seu CD, já que para Francisca “estar em cima dum palco é a minha sensação, espero que em 2014 volte a cantar”.

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Filipe Pinto começou a tocar e cantar desde pequeno com ensinamentos do pai na guitarra e mais tarde com a formação de banda. Filipe é conhecido pelo público por ter entrado e vencido a terceira edição do concurso Ídolos da SIC. Ruma a Londres, em 2010, para usufruir do prémio, um curso de seis meses na London Music School.

Até agora Filipe, realça que já alcançou alguns feitos na sua vida como a sua Licenciatura em Engenharia Florestal e quando ganhou o prémio MTV Best Portuguese Act em 2013. Para 2014 deseja compor mais canções, como o “Planeta Limpo do Filipe Pinto”.

Relativamente aos seus sonhos, Filipe confessa que deseja “ligar cada vez mais a música ao ambiente e desenvolver outros trabalhos na área do turismo, na agronomia e floresta”. Sabe mais sobre o trabalho de Filipe através do seu canal de YouTube.

+++++++++++++++++ Jaime Santiago Pinto começou a apreciar verdadeiramente a música com 14 anos. Conta que “foi numa festa de natal no colégio na altura e foi a partir de aí que entendi que adorava fazer e tocar música!”. Jaime já tocava guitarra desde os 10 anos, embora tenha feito uma curta paragem por um ano quando estava no 6º ano mas, como o afirma, voltou com ainda mais força no 7º ano. O seu talento começou por ser um simples ‘hobby’ e como revela, nunca pensou que fosse para levar a sério como hoje pensa.

O artista já lançou dois EP’s realizados ambos há três anos. Explica Jaime que um EP consiste num disco com músicas gravadas pelos membros da banda, sendo que pode ser com músicas originais ou ainda com covers; um deles gravado com a sua banda de rock. Participou em alguns concertos que lhe deram uma experiência muito importante na área musical e que o vão ajudar certamente nos seus projetos no futuro.

Os seus desejos para este ano 2014 passam por gravar o novo EP, que já está a ser preparado para a gravação em estúdio, concretizar novos projetos ligados às suas influências que são o Folk-Rock/Acústico, o Jazz, o Blues e, finalmente, “dar muito mais concertos para a divulgação do meu trabalho enquanto artista”. (…)

João Mendonza, mais conhecido por Jajão, começou a tocar piano com 11 anos. Entrou mais tarde no conservatório e foram, a partir de aí, 7 anos sem parar, conta. Em 2010, foi convidado pelo Carlos Barreto Xavier para formar os Radiophone, projeto onde é o vocalista e terminou o curso de canto lírico no ano passado.

Jajão sente que até agora alcançou ‘uma experiência musical” que a sua idade considera “muito madura”, sendo, portanto, “fruto do trabalho com os Radiophone, visto que todos os restantes membros são profissionais na música há vários anos, com centenas de concertos dados e variadíssimas produções’, conta. Este artista aprendeu com o tempo a trabalhar como “performer” e comunicador, sendo esse o seu papel em palco enquanto vocalista. Desde 2012 até agora, esteve a gravar o álbum de estreia, “Wonder Woman” e acima de tudo aprendeu e viveu ‘uma produção de raiz desde o processo de composição à mistura final de cada tema’.

No que diz respeito ao seu principal objetivo para este ano, deseja lançar o álbum e mostrá-lo ao público juntamente com os seus concertos, ‘queremos acima de tudo mostrar a nossa sintonia musical e demonstrar que neste país há muita qualidade’, acrescenta.

Este jovem é ambicioso, mas também é muito terra-a-terra. Sonha, como qualquer artista, ‘tocar para milhares de pessoas, em grandes festivais, e estar nos cartazes com as melhores bandas do mundo”. Até lá, tem a perfeita consciência de que há muito trabalho pela frente, e revela ainda que ‘há que mostrar o nosso trabalho e criar fãs, dar o tudo por tudo e manter sempre a seriedade no que fazemos e acima de tudo preservar o que considero o mais importante, o amor que tenho pela música’.

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A banda dos jovens The Zenibar Aliens começou há dois anos, inicialmente com o Carl (vocalista e pianista) e o Martim (guitarrista) que costumavam tocar blues em casa do Carl. O Filipe, irmão do Carl, actual guitarrista, juntou-se e criaram durante uns meses uma banda que se chamava ‘The Black Compressors’. Depois o Diogo Braga juntou-se na bateria, e ai começaram os The Zenibar Aliens. Mais recentemente, juntou-se o João Pereira que é o baixista ao vivo.

O ano de 2013 foi bastante preenchido, gravaram pela primeira vez num estúdio profissional (Namouche em Benfica), apareceram no novo disco dos novos talentos da Fnac, receberam um apoio da marca de skate e surf shopBana, foram tocar a vários locais como o Festival Optimus Alive e Baía de Cascais e começaram a planear o seu primeiro álbum.

Em 2014 querem ‘lançar o primeiro álbum, subir na indústria da música e ir tocar para o estrangeiro’. O sonho principal destes artistas é de ser ‘uma banda mundialmente conhecida, fazer uma tour mundial e divertirmo-nos a fazer o que fazemos’.

Veja videos da banda aqui no YouTube

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Thomas Anahory, apaixonado pela música, formou juntamente com um amigo do secundário a sua primeira banda; os ‘Go!’, ‘bem ao jeito da adolescência da altura, erámos influenciados por bandas como Sublime, Blink 182, Xutos & Pontapés e Dispatch’, conta. Passado uns anos a aventura dos ‘Go!’ teve que terminar porque nunca tinham considerado fazer da banda uma carreira profissional. Porém, Thomas manteve-se sempre do lado da música porque, como explica, sentia falta do palco. Hoje faz música por passatempo e por profissão. Tem atualmente dois discos lançados, mas melhor que isso, afirma Thomas, ‘é ter conseguido nunca me afastar da música” já que esta o “liga intimamente onde num país como Portugal, sozinho, é muito difícil singrar’.

Este músico ganhou, mais do que fama e vendas de discos, ‘aquilo que por tanto ansiava, de simples bares de amigos para palcos de festivais’. Thomas admite que o reconhecimento do público é algo gratificante, ‘é muito bom sentir o carinho das pessoas, sobretudo aquelas que não me conhecem, sentir a empatia que têm por mim e gostarem das minhas músicas’. Também ganhou um mediatismo do qual não estava à espera porque ‘como eu temia, a minha música rapidamente se associou à minha história de vida que era algo que sempre tive medo e até talvez vergonha de falar. Foi uma guerra psicológica muito grande comigo mesmo e com o conselho de muitos e bons amigos deixei a vergonha de parte e contei a minha história também’ conta. Este artista não só é extremamente talentoso como corajoso, e teve assim uma empatia ainda maior da parte do público.
in entretenimento.pt.msn.com/

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