13 Novembro, 2018
Fadistas, Fadista Ricardo Ribeiro, Televisão, Alta Definição, Ricardo Ribeiro, Daniel Oliveira, Entrevista, Fadistas

Alta Definição – Ricardo Ribeiro, Entrevista

Ricardo Ribeiro Entrevista, Ricardo Ribeiro, Uma história de vida contada na primeira pessoa com uma sensibilidade e maturidade imensas. Ricardo Ribeiro é um fadista, mas é muito mais que isso, humilde e realista. Depois da vida que passou é uma figura incontornável do nosso Fado e deste nosso Portugal actual. Alta Definição, O peso da vida não nos dá descanso mas com amor e vontade tudo se consegue, Vive profundamente com sentimentos e com uma segurança nas palavras com bondade com que se descreve numa honrosa entrevista, sempre bem regida pelo Daniel Oliveira.
2 Maio, 2018
Os espectáculos musicais da Ovibeja, Programa Ovibeja 2018, Cartaz, Artistas, Concertos, Bandas, Musica ao vivo, Musica Portuguesa, Espectáculos da Ovibeja, Programa da Ovibeja

OviBeja 2018

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28 Novembro, 2016
Laurindinha, Dulce Pontes, Letra, Popular, Musica tradicional Portuguesa, Musica Popular Portuguesa, Letras, popular, Canções populares, Musicas, Portugal

Dulce Pontes – Laurindinha

28 Novembro, 2016

Vitorino Salomé – Tinta verde

27 Novembro, 2016

Não quero que vás à monda

27 Novembro, 2016

Ao passar a ribeirinha

27 Novembro, 2016

Delicada da cintura

26 Novembro, 2016

Eu ouvi um passarinho

25 Novembro, 2016

Vitorino – Menina estás à janela

25 Novembro, 2016

Brigada Victor Jara – Menino Jesus

23 Novembro, 2016

Ó rama, ó que linda rama

3 Novembro, 2016
Aldeia da Luz, Valsas Alentejanas, Musicas do Alentejo, Letras, Canções, Letra, Popular, Letras de Musicas, Musica Popular Portuguesa, Letras, Alentejo

Aldeia da Luz

27 Novembro, 2014
Cante Alentejano, Cante, Património, cultural, Unesco, Património Cultural, Portugal, Alentejo

Cante alentejano é Património da Humanidade

Cante alentejano é Património da Humanidade, O cante alentejano, um canto coletivo, sem recurso a instrumentos e que incorpora música e poesia, foi classificado como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. A distinção foi aprovada, esta quinta-feira de manhã, pelo Comité Intergovernamental da UNESCO para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial da Humanidade, que está reunido esta semana em Paris (França). O comité aprovou a candidatura do cante alentejano e a sua inscrição na lista representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade. A declaração do cante alentejano como Património da Humanidade foi aprovada às 11.18 horas (10.18 horas em Portugal continental), cinco minutos depois de ter começado a sua avaliação. Durante a fase de análise, na reunião do comité da UNESCO, a candidatura portuguesa foi considerada como um dos "bons exemplos de candidaturas seleccionadas pelo comité". Logo após a decisão, as vozes de cantadores alentejanos fizeram-se ouvir na sala onde está reunido o comité, na capital francesa, tendo a actuação sido amplamente aplaudida, no final. A candidatura do cante alentejano a Património da Humanidade foi entregue à UNESCO em Março de 2013, depois de, em 2012, o Ministério dos Negócios Estrangeiros ter decidido adiar a sua apresentação, por considerar que o processo não reunia condições para ser aceite. No final de Outubro deste ano, uma comissão internacional de especialistas da UNESCO deu um parecer positivo à candidatura, que classificou como "exemplar"
24 Outubro, 2007
Novo Disco, CD, Janita Salomé, Vinho dos Amantes

Janita Salomé, Vinho dos Amantes

Novo Disco, CD, Janita Salomé, Vinho dos Amantes. "Vinho dos Amantes” é uma ode ao viver pleno e intenso, uma criação em torno da poesia sobre o vinho. Um disco que tem todos os condimentos para surpreender. Nele, o cunho experimentalista de Janita assume-se de forma incontornável, lúcida e amadurecida. Longe dos ambientes e melismas alentejano-arabigoandaluzes, “Vinho dos Amantes” traz outras sonoridades que, presentes no imaginário de Janita Salomé, permaneceram latentes até ao momento. Rumo a outros universos musicais possíveis, Janita Salomé explora aqui o humor e a melancolia genuinamente portugueses, arriscando em outros domínios da construção melódica sem, no entanto, cortar o cordão umbilical com a matriz mediterrânea que perpassa toda a sua obra.