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Celina da Piedade
18 Abril, 2016
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Grupo Diva
1 Abril, 2016
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Rádio Macau

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Os Rádio Macau

Rádio Macau é uma banda portuguesa formada em Algueirão, Mem Martins, no início dos anos 80. Em 1993 a banda suspende a actividade, alegando cansaço e vontade de embarcar noutras experiências.
Regressam como banda em 1998 e aos discos em 2000 , com outra sonoridade. A banda gravou em 2008 o 8º álbum de originais, a que chamam simplesmente 8.

Discografia Radio Macau

Editoras: Valentim de Carvalho e Som Livre
Formação: Xana (voz, guitarra acústica), Flak (guitarras), Filipe Valentim (teclados), Alex (baixo), Ricardo Frutuoso (guitarra), Samuel Palitos (bateria)
Ex-integrantes Beto (bateria) e Fred (bateria)

in wikipedia

BIOGRAFIA
Estávamos em 1980 e Xana, Flak e Alex viviam todos juntos na casa de Xana, no Algueirão (Sintra).
Flak e Alex tocavam nos Crânio e o vocalista era Uriel. Ainda chegaram a mudar o nome para Local 13. A partir de 1983 passaram a chamar-se Rádio Macau já com Xana como vocalista.
Entram para o grupo o teclista Filipe Valentim e o baterista Emanuel Ramalho. Algumas das letras eram dos colegas Vitinha e Pedro Malaquias. Gravam uma primeira maqueta com dois temas, dão o seu primeiro concerto e “A Noite” começa a passar na Rádio Renascença. Conseguem assinar contrato com a EMI, a primeira editora que contactaram.
Em Junho de 1984 é editado o álbum “Rádio Macau” com produção do grupo e de Francisco e Pedro Vasconcelos. Os temas de maior sucesso foram “Bom Dia Lisboa” e “Um dia Mais”.Rádio Macau No disco aparece ainda uma versão de “No Comboio Descendente” de Zeca Afonso.
O grupo entra em estúdio para gravar “A Vida Num Só Dia”. O single foi editado em Julho de 1985. Esgotada a primeira edição foi editada uma segunda tiragem em versão single e máxi-single.
Em Maio de 1986 editam o álbum “Spleen”, com produção de Carlos Maria Trindade. Efectuam vários concertos no estrangeiro com passagens por Espanha (14 concertos), Berlim e Salónica (Grécia).

O baterista Alberto Garcia entra para a banda em 1987. O álbum “O Elevador da Glória”, com produção de Flak e Amândio Bastos, é editado em Novembro desse ano. O grupo quis fazer um disco mais simples e os êxitos sucedem-se com “Anzol”, “O Elevador da Glória” e “Cidade Fantasma”.
Em Abril de 1988 é editado em máxi-Single uma remistura de “Anzol” da autoria de Flak e de Armindo Bastos.
“O Rapaz do Trapézio Voador”, editado em Outubro de 1989, inclui clássicos como “Hoje é a Brincar”, “Amanhã é Sempre Longe Demais” e “Só Para Matar o Tempo”. Beto Garcia sai do grupo após as gravações do disco e é substituído por Luís San Payo.
Em Dezembro de 1991 é editado “Disco Pirata” com gravações efectuadas ao vivo em vários locais. O disco, editado pela editora do grupo – Alcobia Records, inclui versões únicas como “O Homem Transparente”, com Rafael Toral, e “Bom Dia Lisboa” com tablas e a guitarra de Rui Fingers. A versão em CD inclui também os temas “Histórias Sobre Edifícios a Arder”, o instrumental “Lou Harrison”, “Entre a Espada e a Parede” e duas versões de José Afonso (“Por Detrás Daquela Janela” e “Maio Maduro Maio”). As edições em CD e LP esgotaram rapidamente.
O álbum “A Marca Amarela” é editado pela BMG em Outubro de 1992. O grupo consegue o seu primeiro disco de prata. O tema de apresentação foi “O Hábito Faz o Monstro” lançado nos formatos EP e CD-Single.
Em 1993 são feitas várias remisturas do tema “Diz Quem Diz”. O grupo suspende as actividades devido ao cansaço de mais de 10 anos de ensaios, gravações e concertos. Essa suspensão impede o grupo de participar na compilação “Filhos da Madrugada”.
O grupo voltou a reunir-se em fins de 1998. A Xana, Flak, Alex e Luís Filipe Valentim juntou-se o regressado Beto Garcia.
Em 1999 participam no disco de homenagem aos Xutos & Pontapés com uma versão de “Morte Lenta”.
No início de 2000 regressaram com um concerto em Almada. Em Setembro desse ano foi editado o álbum “Onde o Tempo Faz a Curva” que apresentava um som mais electrónico. O disco foi gravado no estúdio do grupo. O primeiro single foi “Uma Questão de Tempo”.
A compilação “A Vida Num Só Dia” é editada em Outubro de 2001. Em 8 de Dezembro o grupo comemorou o seu 18º aniversário com um concerto no Auditório Olga Cadaval, em Sintra.
Em Novembro de 2003 foi editado o álbum “Acordar”. Um dos convidados é Ana Deus no tema “Nós Também”.
É editado pela Transformadores o “Livro Pirata” que inclui um CD com a maioria do alinhamento do “Disco Pirata” editado originalmente em 1991.

DISCOGRAFIA
Rádio Macau (LP, EMI, 1984)
Spleen (LP, EMI, 1986)
O Elevador da Glória (LP, EMI, 1987)
O Rapaz do Trapézio Voador (LP, EMI, 1989)
Disco Pirata (LP, Ed. Autor-Alcobia Records, 1991)
A Marca Amarela (CD, BMG, 1992)
Onde o Tempo Faz a Curva CD (CD, BMG, 2000)
1984-2001 A Vida Num Só Dia (Compilação, EMI, 2001)
Acordar (CD, Universal, 2003)
SINGLES
A Vida Num Só Dia/Instr. (Single, EMI, 1985)
A Vida Num Só Dia (Máxi, EMI, 1985)
O Elevador da Glória (Máxi, EMI, 1987)
O Anzol/O Homem A Quem Chamaram Cavalo/Os Últimos Sinais (Máxi, EMI, 1988)
O Anzol/Os Últimos Sinais (Single, EMI, 1988)
A Última Gota De Mim (Single, EMI, 1989)
O Hábito Faz o Monstro (Single, BMG, 1991)
Diz Quem Diz (Remixes) (Máxi-promo, BMG, 1993)
COMPILAÇÕES SE
O Anzol – Colecção Caravelas (Compilação, EMI, 2004)
Grandes Êxitos (Compilação, EMI, 2006)
Colectâneas
Johnny Guitar (1993) – Rock’n’roll (eu é mais)
XX Anos XX Bandas (1999) – Morte Lenta
Frágil 21 (2003) – Entre a Espada e a Parede
COMENTÁRIOS
Eu comecei a tocar muito novo com o Alex, aí com uns 15 anos. Tínhamos uma série de bandas, de formação que foi mudando a pouco e pouco e alguns episódios muito interessantes. Uma vez tocámos na Várzea de Sintra, quase fomos linchados pela população e tivemos de fugir. Tocámos entre um ventríloquo e a Cidália Moreira. Éramos uns putos e o nosso reportório tinha um tema de rock progressivo de vinte minutos, onde cada um fazia um solo, e depois um tema de rock’n’roll. A certa altura, a meio do tema progressivo, aí no terceiro solo, cortaram-nos a luz… Dissemos que queríamos tocar, mas já estava tudo bêbedo e desatou tudo à pancada. Tivemos de fugir por trás do palco! Estávamos já na Ford Transit, mas faltava o vocalista, que teve depois de entrar com a carrinha em movimento, como num filme americano! Flak/DN 2004

Antes de nos chamarmos Rádio Macau começámos a tocar com a Xana, e essa foi a viragem. Até aí não tínhamos um vocalista fixo. Flak/DN 2004
Vocês já tinham aí uns 18 anos e eu devia ter uns 13… O vocalista deles na altura, que era guitarrista, andava a tentar ser muito simpático para mim e convidou-me para ir a um ensaio. Cheguei mais cedo… Conheci todas aquelas pessoas, que passaram a ser os meus amigos. A coisa foi crescendo e desenvolvendo-se. Xana/DN 2004
NO RASTO DE…
Xana gravou a solo os discos “As Meninas Boas Vão Para o Céu…” (1994) e “Manual de Sobrevivência” (1998).
Flak fez parte dos Máquina de Almoço dá Pancadas. Lançou em 1998 o seu disco a solo “Flak”. Formou mais recentemente os Micro Audio Waves com Carlos Morgado. Produziu discos de Requiem Pelos Vivos, Jorge Palma, Entre Aspas e Alexandre Garrett.
Flax e Alex fazem parte dos Palma’s Gang. Flax, Alex, Luís Filipe Valentim e Luís San Payo foram a banda suporte do espectáculo “Os Filhos de Rimbaud” (1996).
Alex (Alexandre Cortez) fez parte dos Moby Dick com João Gil e Artur Costa. Alex e Adriano (Ravel) formaram, em 1994, os Cães de Crómio que duraram pouco tempo. Concebeu também os projectos “Filhos de Rimbaud” e “Homenagem a Al Berto”. Formou os Wordsong em 2001. É um fundadores da editora Transformadores.
Luís Filipe Valentim fez parte dos Entre Aspas

in:  sinfonias.org

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