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Richie Campbell
22 Agosto, 2017
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Carlos do Carmo
4 Julho, 2017

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A Resistência, uma das mais emblemáticas formações da música portuguesa da primeira metade dos anos 90, supergrupo responsável por alguns inesquecíveis sucessos.
O projeto fundado Pedro Ayres Magalhães , Fernando Cunha , Tim e Miguel Angelo, consistiu na união de esforços entre vários músicos, provenientes de diversas bandas, e na transformação, adaptação e nova orquestração de temas trazidos por eles (e não só) para uma vertente de guitarras acústicas e virada para uma valorização da “voz” como instrumento, e na junção dessas mesmas vozes, mostrando a força da união. Os temas interpretados ganharam vida nova e uma alma genuína.

A esse rol fundador de artistas juntaram-se o cantor Olavo Bilac e os músicos Alexandre Frazão na bateria, Rui Luís Pereira (Dudas) e Fredo Mergner nas guitarras e também Fernando Judice e Yuri Daniel no baixo e já na Tour “Palavras ao vento” o percussionista José Salgueiro.

O elenco ficou assim completo com cinco vozes principais e cinco guitarras acústicas ,bateria, percussão e Fernando Judice assume o baixo para a tour.

Tendo, a banda, ficado inativa a partir de 1995 e os músicos retornaram aos seus respectivos projetos.

Em Setembro de 2012, a reedição do material originalmente editado pela Resistência na caixa “As Vozes de Uma Geração” foi um dos fatores que inspirou o regresso do grupo para dois concertos, um a 19 de Dezembro de 2012 no Campo Pequeno, em Lisboa, e outro no Multiusos de Guimarães, no dia 29 de Dezembro de 2012, que servem para assinalar os vinte anos da estreia ao vivo do grupo, agora com a participação dos guitarristas Pedro Joia e Mario Delgado que passam a integrar o grupo.

Depois do êxito dos concertos em Lisboa e Guimarães, realizam dois concertos no Porto em 26 e 27 de Abril de 2013 e participarão no festival Portugal ao Vivo, no estádio do Restelo no dia 22 de Junho, desde aí, o grupo não mais interrompeu a sua atividade e prepara-se para celebrar os seu 30 anos de história em 2021.

Resistência é sinónimo de história, de orgulho e de grandes canções

que são verdadeiros hinos geracionais como “Não Sou o Único”, “Nasce Selvagem”, “A Noite” ou “Amanhã é Sempre Longe Demais”, parte do seu mais celebrado e aplaudido reportório, aquele que se faz da sua particular forma de abordar os grandes temas de míticas formações como Xutos & Pontapés, Delfins, Sitiados, Rádio Macau ou Heróis do Mar .

Em 2015 regressam ao estúdio e gravam o álbum Horizonte.
Desde aí não pararam de fazer concertos , de onde se destaca o concerto memorável no Bataclam em Paris, que esgotou vários dias antes e que marcou o encontro dos portugueses com quem tem na nossa língua uma ligação muito forte de identidade.

Em 2016, em Janeiro editam o CD e DVD “Ao Vivo em Lisboa “, gravado no Coliseu dos Recreios

Em 2017 entram novamente em estúdio para gravar novos temas, lançando em Setembro desse ano o 1º single com o Tema do Jorge Palma ” A Gente Vai Continuar”.

Em 2018, lançam o novo álbum “Ventos & Mares” onde pela primeira vez gravam temas dos Madredeus, Jorge Palma ,GNR, Quinta do Bill e Santos e Pecadores.

A Resistência colecionou grandes marcos e memórias muito ricas nesta grande jornada e prepara-se para anunciar várias surpresas para a celebração dos seus 30 anos de história em 2021 , e como diz o Jorge Palma,

” Enquanto Houver Estrada Para Andar …” a Resistência vai continuar a entoar mais canções de amor e de paz, de união e de sonho junto de um público que gerações que os acompanha de perto.

Formações do grupo :

1991-1994– Alexandre Frazão, Fernando Cunha, Fernando Judice, Fred Mergner José Salgueiro, Miguel Ângelo, Olavo Bilac , Pedro Ayres de Magalhães, Rui Luís Pereira e Tim.

2012-Alexandre Frazão, Fernando Cunha, Fernando Judice, Fred Mergner José Salgueiro, Mario Delgado, Miguel Ângelo, Olavo Bilac , Pedro Ayres de Magalhães, Pedro Joia, Rui Luís Pereira e Tim.

2013-2015- Alexandre Frazão, Fernando Cunha, Fernando Júdice,

José Salgueiro, Mário Delgado, Miguel Ângelo, Olavo Bilac , Pedro Ayres de Magalhães, Pedro Joia, Rui Luís Pereira e Tim.

2016 em diante- Alexandre Frazão, Fernando Cunha, Fernando Judice,

José Salgueiro, Mário Delgado, Miguel Ângelo, Olavo Bilac, Pedro Joia e Tim.

Resistência - Nasce Selvagem - Ao Vivo no Atlântico 25 Anos

Resistência-Não Voltarei a Ser Fiel

ESTRELA DO MAR - RESISTÊNCIA (Photo Lyric Video)

RESISTÊNCIA - Marcha dos desalinhados (Portugal Ao Vivo 2013)

RESISTÊNCIA - ao vivo em Guimarães (2012)

Festas do Mar 2013 Não sou o unico

RESISTÊNCIA - Ao volante do éter (doc. 1993)

Resistência Celebram 30 Anos com Concertos no Porto e em Lisboa

Os Resistência, super-banda formada por alguns dos mais icónicos músicos portugueses, faz 30 anos em 2021. Para celebrar, o grupo dará em Dezembro dois concertos especiais: dia 11 na Casa da Música no Porto e dia 21 no CCB em Lisboa.

Há 30 anos, Portugal e o mundo eram diferentes. Mas algumas das canções que ainda hoje unem multidões, já ressoavam nas rádios e salas do país. Muitas foram elevadas por um colectivo de nome Resistência, que cumpre este ano três décadas de carreira.

Para as comemorações, o supergrupo decidiu preparar um espectáculo especial que será apresentado em Dezembro em duas das mais importantes salas do país: dia 11 de Dezembro na Casa da Música, no Porto e dia 21 no CCB – Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

O projecto Resistência nasceu da intenção de juntar guitarras e vozes e reunir as melhores canções de uma geração. Os primeiros passos foram dados por Pedro Ayres de Magalhães, Fernando Cunha, Miguel Angelo e Tim, que depressa recrutaram Fernando Júdice, Yuri Daniel, Fred Mergner, Dudas, Alexandre Frazão e Olavo Bilac para se juntarem à aventura.

Nasceu assim a primeira superbanda portuguesa. “Palavras ao Vento” (1991), o álbum de estreia, “Mano a Mano” (1992) e “Ao Vivo no Armazém 22” são testemunhos do verdadeiro poder aglutinador de êxitos como “Nasce Selvagem”, “Não Sou o Único” ou “Lugar ao Sol”.

Hoje, 30 anos volvidos, dão continuidade a esta história Fernando Cunha, Tim, Miguel Angelo, Olavo Bilac, Alexandre Frazão, José Salgueiro, Mário Delgado e Pedro Jóia. Em Dezembro, este grupo de amigos voltará a apresentar-se em palco para cantar a uma voz e celebrar uma história já longa mas que está longe do fim.

(in artesonora.pt)

Resistência: A banda sonora de toda uma geração

É um dos raros casos em que uma banda de ‘covers’ merece tal destaque aqui no Meia de Rock. O leitor já sabe que se trata dos Resistência. Ou por estar a par do cartaz da Festa do Chicharro, ou por ter lido o título do artigo.

Com nomes consagrados como Pedro Ayres Magalhães, Tim, Miguel Ângelo e Olavo Bilac, os Resistência assentam o seu reportório essencialmente em temas destes artistas com algumas  incursões em outras bandas. Um destes casos, que marcou a década de 90, é o tema original dos Sitiados, “A noite”. Esta versão dos Resistência ganhou tal dimensão que a música mais facilmente lhes é atribuída do que aos próprios autores. Acontece o mesmo com o tema ” Amanhã é Sempre Longe Demais” dos Rádio Macau. Mas não pensem que são apenas dois acasos fortuitos. Quem nunca disse que gostava de “Nasce Selvagem” ou “Não sou o único” dos Resistência? Pois… na verdade, são temas dos Delfins e de Xutos e Pontapés, respetivamente.

Além da qualidade dos músicos, a escolha de temas é bem feliz. E os arranjos? [Estou a fazer aquele gesto com a mão que os ‘chefs’ franceses fazem quando a comida está ‘magnifique’] Os arranjos são soberbos, ou não estivesse lá o grande Pedro Ayres Magalhães (Heróis do Mar, Madredeus, Corpo Diplomático). Se tivesse nascido noutro país, seria, sem dúvida, Sir Pedro Ayres Magalhães.

Em 2012 é lançada a coletânea “Resistência – as vozes de uma geração”, que é, no fundo, um apanhado dos dois discos anteriores: “Palavras ao Vento” (1991) e “Mano a Mano” (1992). Essa coletânea tem um nome feliz! Essa geração é a minha. Cresci nessa década, fiz-me adolescente e pré-adulto. Fui ‘teenager’ ao som de Resistência.

Em 2014, a banda lança “Horizonte”. Um trabalho que, apesar da empatia imediata com o tema “Ser Maior” – que já era ‘maior’ no catálogo dos Delfins – não tem tanto significado para mim como os álbuns anteriores.

São poucos projetos desta natureza souberam enaltecer a música portuguesa e aproveitar o melhor dos seus participantes, como os Resistência. E mais nenhum conseguiu ser a banda sonora de uma geração.

Os Resistência arrancam quando os seus intervenientes estavam a atingir o auge da carreira. Parece-me que voltam agora como uma espécie de prenúncio de final de carreira nos outros projetos. Um regresso a casa, que embora não seja a sua, foi onde sempre se sentiram bem.

(in: meiaderock.com)

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