A
nossa musica tem neste site um local de divulgação
e promoção. A música portuguesa de artistas
que residem em Portugal ou qualquer canto do mundo onde existam
portugueses.
Este projecto, como outros que fui encontrando, pretende
promover gratuitamente a boa musica portuguesa dos vário
quadrantes. Do Fado ao folclore, da musica tradicional à musica
moderna , muito há a conhecer. As rádios
que mais promovem a música portuguesa são as nossas eleitas.
A
música portuguesa tem sofrido várias influências
ao longo dos tempos. Deriva, como a nossa cultura da tradição
musica de Roma trazida para a península Ibérica pelos romanos
e também mais tarde pelos árabes e outros povos africanos
e também a partir da época dos descobrimentos sofreu influencias
sul americanas e de algumas regiões da Ásia.
A história da música de Portugal pode ser dividida em diferentes épocas.
Idade Média, Renascimento, Barroco, Clássico, Romântico
e era Moderna. Este site dedica-se essencialmente e esta última.
Um dos destaques tinha de ser dado ao Fado, “a canção
nacional”, que em conjunto com alguma variantes que foram sendo
introduzidas no panorama musical da actualidade vive de uma grande riqueza
e diversidade que poderá ser bastante enriquecedora. Excluído
as opiniões mais conservadoras, que devem respeitar e ser respeitadas.
Talvez possa ser teimosia ou visão curta mas neste site há espaço
essencialmente para quem canta em português.
Sobre o Fado (que poderá querer dizer sorte, saudade, sina, destino)
muito há para dizer. Diz-se que nasceu em Lisboa a música
dos pobres da cidade. Eram canções tipicamente interpretadas
por cantoras resignadas com a tristeza, solidão e pobreza, mas
que mantinham a sua dignidade. Muitos afirmam que o fado tem origens
muito mais antigas, de volta do século XV, quando as mulheres
choravam por seus maridos que iam para o mar arranjar o sustento, tocadas
por ausências longas e regressos distantes. Outros afirmam também
que a influencia árabe está visível, principalmente
em instrumentos e melodias por eles obtidas.
Independentemente das suas origens importa-nos aqui revelar os valores
representativos dos tempos mais modernos. Com facilidade encontrará,
fruto da nossa pesquisa permanente, muitos e bons intérpretes
do nosso Fado.
A importância do nosso folclore é não menos importante
para que fosse esquecido neste nosso site, desde os Grupos Folclóricos
Tradicionais, aos Grupos de Musica Tradicional, e outros que praticam
fusões baseadas nas nossas raízes identificando-se mais
ou menos com a região onde estão inseridos. Abençoados
os que ajudam a manter vivas tradições dos nossos antepassados.
Do Portugal rural brotam sonoridades típicas muito ricas e palavras
que os nossos filhos têm o direito de conhecer e o dever de preservar.
Este não deixa de ser um projecto dum amante da musica portuguesa,
que após vários anos ligado a rádios locais decide
fazer aquilo que considera ser bom de fazer, e que devia ser obrigatório
em Portugal. O consumo da nossa cultura. Quanto mais ela for consumida
e apreciada
mais
possibilidade
tem de
se desenvolver
e se afirmar neste mundo global, multicultural em que cada cultura tem
direito ao seu espaço. Ninguémé obrigado a ouvir aquilo
que não quer, mas gaita...
somos portugueses. Ser português e não conhecer Portugal é quase
como ser estrangeiro.
A qualidade e o gosto musical são
factores relativos que, como tal, devem ser respeitados.
Informamos, adicionalmente, que estamos na fase de lançamento do
site pelo que pedimos a melhor compreensão para alguma falta de
conteúdos.
Aceitamos sugestões, desde que sejam construtivas. Obrigado.
Quando alguém um dia vos falar do Alentejo antigo, das aldeias,
das modas (cantigas) cantadas a desafio ou em coro pelas vendas (tabernas
com mercearia)por entre 2 copos de vinho e algumas alcagóitas
(amendoins), dos modos de falar e vestir, dos bailaricos no largo da
aldeia, das tradições, dos jogos, das lendas, do trabalho
no campo com parelhas de vacas ou com mulas, dos serões na eira
a descamisar milho, dos serões à lareira a jogar às
cartas (não havia televisão porque não havia electricidade),
e como não havia electricidade, não havia frigorífico,
não havia arca congeladora... mas haviam chouriços e linguiças
no fumeiro dentro do chupão (lareira), havia uma talha (recipiente
em barro) cheia de pimentão em conserva, outra com toucinho salgado,
do porco criado com as abóboras da horta, cuja matança
foi no Inverno (para que a carne não se estragasse e por causa
das moscas...), outra com azeitonas retalhadas ao fim da tarde na esquina
da rua do monte aproveitando os últimos raios de sol...
Se alguém um dia vos falar deste Alentejo, talvez já seja
demasiado tarde, talvez nunca o poderão ver...nunca o poderão
sentir...
Acontece que hoje, dou-vos aqui a possibilidade de conhecerem esse Alentejo...ainda
uma pequena parte deste Alentejo está preservada e continua viva
e de saúde, genuína e tradicional.
No Sudoeste Alentejano, principalmente no concelho de Odemira existe
tudo isto, existem aldeias com menos de 20 casas, existem vendas (agora
já com electricidade e televisão), existem as tradições,
cantam-se as mesmas modas e outras mais novas, comem-se os mesmos petiscos,
fazem-se as matanças como antigamente...enfim...vive-se uma forma
de vida muito pura, muito honesta, em harmonia com a natureza...
Vale a pena conhecer...(in
Contactos Famosos- Blog)
A maior banda de rock português de todos os
tempos é presença
obrigatória no Rock in Rio - Lisboa 2008 (1Junho às
19h)
A grande novidade do espectáculo
dos Xutos é a
junção à Big Band, (a orquestra de metais
do Hot Club de Lisboa), recriando 21 temas clássicos
do seu reportório, num espectáculo único.
São quase duas horas de concerto onde os Xutos e Pontapés
se fazem acompanhar por uma orquestra de 13 elementos de
sopro, dirigida pelo Maestro Pedro Moreira (que também
se encarregou dos arranjos), dando uma perspectiva completamente
diferente
dos concertos habituais.
Mariza actua no Funchal no dia 16 de Maio
A fadista Mariza vai actuar no Largo do Município no
próximo dia 16 de Maio, num concerto organizado no âmbito
(...)a cantora que esteve nomeada para um Grammy, vai interromper
as gravações do seu próximo álbum.
A artista deverá estar em estúdio até Junho.
(...)
Vinho dos
Amantes” é uma ode ao
viver pleno e intenso, uma criação em torno da
poesia sobre o vinho. Um disco que tem todos os condimentos
para surpreender. Nele, o cunho experimentalista de Janita
assume-se de forma incontornável, lúcida e
amadurecida.
Longe dos ambientes e melismas alentejano-arabigoandaluzes, “Vinho
dos Amantes” traz outras sonoridades que, presentes
no imaginário de Janita Salomé, permaneceram
latentes até ao momento. Rumo a outros universos musicais
possíveis, Janita Salomé explora aqui o humor
e a melancolia genuinamente portugueses, arriscando em outros
domínios da construção melódica
sem, no entanto, cortar o cordão umbilical com a matriz
mediterrânea que perpassa toda a sua obra.
As composições deste álbum, à semelhança
dos seus trabalhos anteriores, potenciam a palavra escrita
de poetas como Camilo Pessanha, Hélia Correia, Carlos
Mota de Oliveira, José Jorge Letria, Anacreonte, Li
Bai, Charles Baudelaire, além de quadras populares
como as de António Aleixo.
Neste disco, Janita Salomé contou com o desempenho
e a cumplicidade de grandes músicos portugueses
como Mário Delgado, João Paulo Esteves da
Silva, Ruben Alves, Ricardo Dias, Yuri Daniel, Daniel Salomé,
Francisco Abreu, entre outros, além da participação
da Brigada Victor Jara. (fonte)